quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Jovem síria cristã morta por rebeldes sírios

Pascal Claude Zarz, jovem cristã de Aleppo, uma bela jovem morena de 18 anos, foi assassinada.

Pascal estava a caminho de casa, de volta para sua família e sua mãe, sua melhor amiga.

No caminho de volta, do nada, os combatentes do Exército Livre apareceram de trás dos arbustos e abriram fogo contra o ônibus, Pascal estava lá.

Pascal saiu do assento em uma tentativa de evitar o tiroteio, gritando, e vendo sua vida passar diante dos olhos.

Pascal não sabia o que fazer, ela pegou seu celular, e mandou uma mensagem para o seu pai "Papai, eu estou em fogo cruzado... fomos atacados... pai, eu te amo, amo a mamãe, meus irmãos e irmãs, amo todos vocês".

Pascal foi baleada... ela morreu.

Talvez não se esperasse que sua filhinha angelical fosse morrer, não, mas o que aconteceu com a sua Pascal é o que vem acontecendo diariamente na Síria.

A mãe, pálida de luto, escreveu uma nota fúnebre em memória de sua filha.

A nota diz: "Excelencias Arcebispo de Aleppo... veneráveis padres... irmãos e irmãs... estou diante de uma parte de mim mesma, o quanto eu queria estar na frente do meu caixão, como eu queria ter morrido no lugar dela, querida Pascal; não podemos fazer seu casamento na presença do Senhor Jesus... Sua família e seus amados".

"Nunca vou esquecer sua mensagem de texto para seu pai... nunca esquecerei."

A mãe acrescentou: "Como cristãos, ressaltamos que não importa o que nos acontece, pois não vamos deixar a nossa Síria ... não vamos abandonar a nossa terra sagrada, a terra de nossos antepassados. Ninguém protege os cristãos da Síria além dos muçulmanos da Síria, nossos irmãos em patriotismo, nossos irmãos na terra, nossos irmãos no amor ".

Me dirijo aos veneráveis ​​bispos, do fundo do meu coração: "não é suficiente dizer ao seu povo, que sofre, para não ter medo ... orar, abrir seus cofres, alimentar o povo, Jesus Cristo alimentou as pessoas antes de chamá-los à oração."

Pascal, minha amada Pascal, você está agora no céu, você chegou ao paraíso, você está com a Virgem Maria, você está com a mãe de todas as mães ... lembre-se de nós, não se esqueça de nós ... nunca vamos esquecer de você, todos nós ... nunca te esqueceremos, nós te amamos ... Nós todos amamos você ".

 

Rússia planeja aumentar seu orçamento militar aos 3,7% do PIB



 Rússia planeja aumentar seus gastos militares até os 3,7% do PIB no próximo trienio, comunicou hoje o chefe do comitê de defesa na Duma, ou Câmara do Parlamento russo, Vladimir Komoyédov.

"Os gastos em defesa nacional subirão aos 3,2% do PIB em 2013 (Em torno de 68,276 bilhões de dólares americanos), aos 3,4% em 2014 (81,296 bilhões de dólares americanos) e aos 3,7% em 2015 (mais de 97,555 bilhões de dólares)", declarou Komoyédov.

Recordou que as atribuições militares em 2012 foram de uns 3% do PIB.

Na seção de armas nucleares, os gastos serão de 952,2 milhões de dólares, 1,083 bilhões de dólares em 2014 e 1,254 bilhões de dólares em 2015. Neste ano, a Rússia gastou em armamento nuclear 891,2 milhões de dólares.

Na próxima Sexta-Feira, a Duma debaterá primeiramente os orçamentos do próximo trienio.

Via Rianovosti

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Israel antecipa eleições em favor de guerra contra Irã



Novas eleições foram atencipadas para 22 de janeiro de 2013. Campanha eleitoral será marcada por temas sociais e de segurança. Resultado da eleição presidencial nos EUA deve influenciar o pleito israelense.

A maioria do parlamento israelense votou na noite desta segunda-feira (15/10) por sua própria dissolução e, assim, abriu caminho para a realização de novas eleições legislativas no dia 22 de janeiro de 2013. Inicialmente, as eleições estavam previstas para outubro.

A campanha eleitoral deve ser dominada por dois temas centrais: o conflito nuclear Israel-Irã e os gastos sociais do país.

No parlamento, a briga acerca do conflito nuclear com o Irã já deu o tom nos discursos. O presidente de Israel, Shimon Peres, disse que a liderança de Teerã é "um perigo grande e imediato para todo o mundo, não só para Israel".

"Todas as opções, incluindo a militar, devem estar sobre a mesa para que o Irã entenda a seriedade da situação", disse Peres.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanjahu, disse que "quem não leva a sério a ameaça que representa o armamento nuclear do Irã não tem direito de governar Israel nem por um dia".

As novas sanções contra Teerã, decididas também nesta segunda-feira pela União Europeia, teriam sido avaliadas como mais rigorosas do que nunca pelo premiê israelense. "Hoje em dia temos possibilidades de atuar contra o Irã e seus aliados que não tínhamos antes", afirmou Netanjahu.

O atual primeiro-ministro é considerado o claro favorito para as eleições antecipadas. Analistas calculam que sua coalizão de centro-direita, favorável à política de assentamentos, poderia aumentar sua presença de 66 para 68 assentos no parlamento. Desta forma, a coalizão de Netanjahu - que já possui a maioria das 120 cadeiras - sairia do pleito ainda mais forte.

Por sua vez, os partidos de oposição, de esquerda e de centro, estão enfraquecidos e disputam entre si. Até as próximas eleições, o parlamento só deve se reunir em sessões extraordinárias.
 
Temas sociais e segurança

A campanha eleitoral será marcada pelo temas segurança nacional e investimentos na área social. Desta forma, Netanjahu terá pela frente uma agenda política difícil, principalmente após seu anúncio anterior de cortes na ordem de 13 bilhões de shekel (cerca de 2,6 bilhões de euros) realizados nas áreas de defesa, infraestrutura e transportes.

Mas, depois de significativos protestos de seus parceiros políticos – Netanjahu governa por meio de uma coalizão de cinco partidos –, o premiê decidiu retirar parte dos cortes nos setores social e de defesa. No entanto, seu partido aliado, o conservador-religioso Shas, considerava os cortes ainda muito altos, então Netanjahu decidiu convocar eleições antecipadas.

O cientista político da Universidade de Haifa, Israel, Gabriel Weimann, disse que as despesas sociais deverão desempenhar um papel importante durante a campanha eleitoral do atual premiê israelense.
"Netanjahu deverá se concentrar em perguntas sobre segurança, como a construção de uma bomba nuclear iraniana e o terrorismo", frisou o especialista.

Ele afirmou, ainda, que Netanjahu poderá somar pontos com essa agenda de discussões. "Em contrapartida, ele não deve querer que os eleitores se ocupem com os perguntas sobre economia e temas sociais, como a divisão social dentro do próprio país", disse Weimann.

O cientista político espera que esse tema seja abordado, principalmente, pelos partidos de esquerda. "O resultado das eleições vai depender, consideravelmente, de quem conseguir impôr seus temas, e como o eleitor os aceitarão."
 
Influência das eleições norte-americanas

De acordo com Weimann, há uma ligação estreita entre o pleito israelense e as eleições presidenciais nos Estados Unidos. "Em toda a história de Israel, essa ligação nunca foi tão forte como será neste ano." Isso estaria ligado, naturalmente, à proximidade das duas eleições.

"Mas, independentemente para Netanjahu, a pergunta quem será o próximo presidente dos Estados Unidos tem grande significado. Se Romney ganhar, Netanjahu vai se beneficiar desse fato para a sua própria eleição. Isso porque Romney é considerado definitivamente um apoiador de Israel."

Se Obama for eleito, Netanjahu deve estar preparado para a continuação de uma relação difícil com a administração norte-americana. "Uma vitória de Obama não seria qualquer obstáculo para Netanjahu – mas com certeza também nenhuma vantagem", disse Weimann.

Alfred Wittstock vê também uma relação estreita entre as duas eleições. Se Obama ganhar, seria duplamente importante para Netanjahu ser confirmado também pelos eleitores israelenses. "Se ele for novamente eleito, pode se sentir mais forte para um novo enfrentamento com Obama."

Mas, se ocorrer o contrário e Romney passar a comandar a Casa Branca, Netanjahu deve enfrentar menos resistência contra a sua política externa e, consequentemente, contra os efeitos negativos de sua política em relação ao programa nuclear iraniano. "Então se pode supor que Romney estabeleceria a mesma política seguida por Netanjahu contra o Irã", conclui Wittstock.

Via DW

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Orçamento militar: potências asiáticas se armam até os dentes!

Orçamento chinês triplicou em dez anos


Os gastos militares das principais potências asiáticas aumentaram dramaticamente na última década. China lidera a tendência, tendo quadruplicado seu orçamento bélico desde o ano 2000.

O orçamento total de guerra da China e outros quatro países - Índia, Japão, Coréia do Sul e Taiwan - duplicou nos últimos dez anos até os 224 bilhões de dólares em 2011. Se espera que superem os gastos militares da Europa este ano, segundo um estudo revelado nesta Segunda-Feira.

O Centro de Estudos Estratégicos Internacionais, com sede em Washington, previu que estas estatísticas assegurarão que os Estados Unidos cumpra com seu plano para transferir seu foco estratégico para a Ásia-Pacífico.

O orçamento militar da China atualmente é o segundo depois dos Estados Unidos, país que destina mais de 600 bilhões de dólares anualmente de suas arcas para fins militares.

Os gastos da China para a defesa saltaram dos 22,5 bilhões em 2000 aos 89,9 bilhões em 2011, segundo os dados oficiais proporcionados pelo Governo chinês.

Mas o estudo admite, citando várias avaliações independentes, que os gastos militares do gigante asiático poderiam ser muito maiores. Assim o Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo situou o orçamento de guerra para 2011 em 142,2 bilhões de dólares.

Analistas de ICD Reasearch estimam que nos próximos cinco anos o país asiático manterá o atual ritmo de aumento de seu orçamento militar, podendo alcançar para 2017 os 174,9 bilhões de dólares.

Nos últimos anos, o crescente gasto militar chinês despertou a desconfiança não só do Japão, Coréia do Sul, Filipinas e Vietnã, que o criticam por sua atitude agressiva e por rivalizar diretamente com eles, mas também os Estados Unidos que tenta expandir seu poderio militar na Ásia.

China salientou que o objetivo deste aumento orçamentário é reduzir a lacuna tecnológica que tem respeito com Estados Unidos e insiste que seu desenvolvimento militar não supõe uma ameaça a nada.

Via RT

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Portugueses protestam após aumento de impostos

Manifestantes derrubam barricada que protegia o parlamento em Lisboa, durante protesto contra a previsão do orçamento de 2013 em Portugal (Patricia De Melo Moreira/AFP)

 População se manifesta em Lisboa contra medidas de austeridade

Na noite desta segunda-feira, milhares de pessoas se reuniram em frente à Assembleia da República, em Lisboa, para protestar contra as medidas de austeridade contidas no orçamento de 2013, segundo informações da imprensa local. Mais cedo, os membros do Parlamento anunciaram a versão final do pacote de austeridade com aumento de impostos, causando indignação da população. Os protestos foram marcados pelo Facebook

O jornal Diário de Notícias informou que as grades de proteção foram derrubadas enquanto os manifestantes gritavam "Coelho sai da toca", em referência ao premiê Pedro Passos Coelho, e "os ladrões estão lá dentro e a polícia está aqui fora", sobre a reunião de políticos realizada no interior do Parlamento. Os manifestantes se acalmaram por volta das 21h20 (18h20 no horário de Brasília).
 
Orçamento — A proposta foi marcada por uma grande elevação da carga tributária: o governo pretende arrecadar 4,3 bilhões de euros em impostos, incluindo 2,8 bilhões de euros a partir de um corte no número de faixas para tributação sobre renda. No próximo ano, as alíquotas de imposto de renda irão de 14,5% a 48%, além de uma sobretaxa extraordinária de 4% sobre a renda.

Segundo o ministro das Finanças, Vitor Gaspar, é o único caminho para que Portugal cumpra suas metas fiscais relativas aos termos do pacote de resgate. As medidas de austeridade vão equivaler a 3,2% do Produto Interno Bruto (PIB) português em 2013, o que, de acordo com o ministro, permitirá que o país atinja sua meta de déficit orçamentário de 4,5%. O governo projeta contração econômica de 1% no ano que vem, após queda prevista de 3% neste ano.

"Colocar em xeque o orçamento é colocar em xeque o programa de ajuste. Todo o capital de credibilidade será perdido se procurarmos alterar o programa ou parâmetros fundamentais", disse Gaspar. "Seria testada a viabilidade do presente de Portugal", acrescentou.

Via Veja

Fidel Castro recrutou membros da Waffen-SS em plena Crise dos Mísseis

O mundo nunca esteve tão perto de uma guerra nuclear como no final de Outubro de 1962. A União Soviética tinha Mísseis de médio alcance estacionados em Cuba e prontos para serem disparados, em Washington generais planejavam ataques aéreos e uma posterior invasão da ilha. Pouco antes do 50º aniversário da Crise dos Mísseis de Cuba documentos publicados pela primeira vez mostram que a situação era ainda mais critica do que se pensava. Devido a Fidel Castro fazer seu proprio jogo, de qualquer modo os já grandes atritos entre EUA e URSS poderiam se agravar.

No auge da crise, em 26 de Outubro de 1962, o Bundesnachrichtendienst (BND) de Pullach, soube que Castro recrutou ex-membros da Waffen-SS. Eles seriam orientados como instrutores para as forças armadas de Cuba, no Caribe. Também procurou ex-oficiais das tropas de pára-quedistas alemães. O salário oferecido foi cerca de quatro vezes maior do que a renda média na Alemanha: Convertidos 1000 DM em moeda cubana, e os mercenários alemães poderiam receber especialmente mais 1000 DM em qualquer moeda ocidental e pagavel em qualquer conta bancária européia. Até o momento da divulgação do relatório, quatro ex-SS teriam aceitado a oferta, apesar de confirmadamente apenas dois terem chegado em Cuba. Bodo Hechelhammer, o chefe do grupo de história do BND afirma no relatório: "Claramente mostraram os cubanos pessoal do exército revolucionário, com pouco medo do contato com passado nazista desde que servisse a sua própria causa.



Mas Castro não foi, aparentemente, apenas fazer a experiência de soldados alemães da Segunda Guerra Mundial, mas também tentou adquirir armas na Europa. Rumo a uma rede de tráfico de armas de ambas extrema direita Otto Ernst Remer e Ernst-Wilhelm Springer tentou o governo de Cuba comprar 4.000 metralhadoras belgas, ou seja, via Alemanha Ocidental.

Remer, oficial de Heer, enquadrado no regimento de elite da Grande-Alemanha foi fundamental para derrubar a Operação alquíria coordenada pelo coronel Claus von Stauffenberg e lançada em julho de 1944. A operação, um golpe de Estado perpetrado pelos militares conservadores para depor Adolf Hitler, terminou resultando em um fiasco e a execução da maioria dos seus líderes.

Curiosamente, o BND foi fundado por Reinhard Gehlen, um oficial do Exército, que se destacou por criar, na frente oriental, uma rede de espionagem conhecida por seu próprio nome. As conexões de Gehlen e seu acesso a informações relevantes foram decisivos, já que os aliados ocidentais recorreram a seus serviços após a rendição da Alemanha e da eclosão da Guerra Fria.


Divisões Waffen SS eram as unidades combatentes da SS criadas em 1940. Estas divisões foram caracterizadas por uma moral extremamente alta e uma excelente capacidade de combate e politizada a ser considerada em uma cruzada contra o bolchevismo e missão de defesa da Europa. Eles também foram muitas vezes beneficiados das melhores logística disponíveis. Até o fim da guerra, a SS tinha seus próprios laboratórios científicos e fábricas de desenvolvimento tecnológico militar, responsável por controle de armas secretas.

Via ANN e Die Welt

O colapso do euro pode desencadear a guerra na Europa

O Ministro de Negócios britânico, Vince Cable, assegura que um eventual colapso da moeda única europeia seria capaz de arrastar o continente em uma guerra. Seu fracasso pode provocar o ressurgimento do nacionalismo radical.

O veterano democrata liberal afirmou durante a conferência "A austeridade, o Euro e nós" que não há "garantias automáticas" de que un conflito militar não irrompa na Europa visto que as consequencias da eventual queda do euro são "incalculáveis".



"Acredito que devemos ter em mente que, caso a zona do Euro se desintegre de tal maneira a ponto de destruir o projeto europeu, e existe o risco que isso ocorra, as consequencias serão incalculáveis", advertiu.

Seus comentários vêm dias após o Prêmio Nobel da Paz concedido à União Europeia, em reconhecimento por seu suposto sucesso em evitar conflitos desde a Segunda Guerra Mundial.



Via telegraph e ANN

domingo, 14 de outubro de 2012

Israel adverte a Finlândia que usará da força contra embarcação humanitária para Gaza

Israel advertiu a Finlândia que estará disposto a usar da força para impedir a chegada de um barco com bandeira finlandesa com ajuda humanitária para os palestinos de Gaza, informou no sábado um porta-voz da chancelaria finlandesa à televisão pública.

"O Ministério das Relações Exteriores da Finlândia foi informado por Israel de haveria uma intervenção se a embarcação "Estelle ", com bandeira finlandesa, tentar quebrar o bloqueio marítimo de Gaza", disse o porta-voz do ministério, Risto Piipponen, à emissora YLE.

"Nós respondemos a Israel que" Estelle um navio civil e sua tripulação é composta de civis. Pedimos a Israel que modere suas ações nesse sentido", acrescentou Piipponen.



O navio, que transporta 16 pessoas, estre elas um cidadão israelense, saiu de Nápoles em 6 de Outubro e no sábado se encontrava no sul da Grécia, transportando material escolar, medicamentos e materiais de construção, que espera entregar em Gaza entre 20 e 23 de Outubro.

A associação canadense que apoia a embarcação, Gaza Ark (Arca de Gaza), anunciou no sábado ter recebido uma mensagem da chancelaria filnandesa.

"No caso do "Estelle" tratar de romper o bloqueio a Gaza (de 20 milhas nauticas), Israel irá intervir por meio da força. caso isso ocorra, a segurança das pessoas a bordo estará em risco", afirma a mensagem da chancelaria finlandesa divulgado no site Gaza Ark.

Via AFP

Déficit americano fecha 2012 acima de 1 bilhão pelo quarto ano

O déficit orcamentário americano fechou o ano fiscal em 1,09 bilhões de dólares, acima da cota de 1 bilhão mas aproximados 16% menos que os 1,3 bilhões de dólares em 2011, indicou hoje o Departamento do Tesouro.

Este é o quarto ano consecutivo em que o déficit orcamentário americano está acima de 1 bilhão de dolares, e é o quarto maior desde a Segunda Guerra Mundial.

A redução se deve a uma redução de 1,7% na despesa pública e um aumento na receita de 6,4% durante o ano fiscal de 2012, informou o governo.

Em setembro, o último mês do ano fiscal, as contas públicas fecharam com um superávit de 75 bilhões, em comparação com 62,7 bilhões de déficit no mesmo mês do ano passado.

 

O debate sobre o déficit orçamentário está no centro da campanha eleitoral entre o presidente do país, o democrata Barack Obama e do candidato republicano Mitt Romney.

Ambos reconheceram a importância de resolver o problema, mas foram incapazes de chegar a um acordo sobre soluções bipartidárias.

Caso se fracasse em alcançar um acordo antes de janeiro, é esperadoque se aplique automaticamente cortes abruptos nos gastos públicos e aumento de impostos, uma situação caracterizada como "precipício fiscal", algo que economistas advertiram que colocaria em risco a tímida recuperação econômica EUA.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Monsanto produzirá algodão transgênico no Paraguai

O governo do Paraguai confirmou ontem que vai assinar um acordo na próxima semana com a multinacional americana Monsanto para a produção de sementes transgênicas, uma decisão que reavivou protestos sociais de todo o país.

 
Um informe do Ministério da Agricultura diz que no dia 17 deste mês se assinará o documento para, com o conselho e assistência da transnacional, iniciar o processo para a produção de sementes geneticamente modificadas.

O ministro, Enzo Cardozo explicou que se utilizarão os genes de uma variedade de sementes que disponha a Monsanto e outra empresa paraguaia para, em primeira instância, produzir algodão transgênico.

Isso não impede que, enquanto o compromisso não se concretize, se siga comprando grandes quantidades de semente modificada da Monsanto, comose faz atualmente, e para estender seu uso para outras culturas, com preferência para o milho.

Centenas de toneladas de sementes vendidas pela multinacional ao Paraguai já se encontran aqui por destino campanha algodão, acompanhada, é claro, de produtos agroquímicos que completam a operação, também comercializado pela mesma.

Na verdade, estes ultimos são fortemente rejeitados pelos agricultores e os povos indígenas pois especialistas dizem que seus efeitos sobre a saúde dos agricultores e danos à terra onde o plantio é feito são maléficos.

Via Infocampo