sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Amanhecer Dourado convoca homens para a segurança da Grécia



Uma fração do Amanhecer Dourado (Chrysi Avgi), no Peloponeso no sul da Grécia, está considerando estabelecer uma brigada de segurança em um povoado que conta com um grande acampamento cigano.

Um membro do movimento nacionalista lançou uma convocação através de alguns meios de comunicação locais a homens entre 15 e 70 anos a ficarem alertas e unir forças no povoado de Oichalia, Messênia. O ex-oficial da polícia está potencialmente recrutando homens para formar uma brigada de segurança.

A escolha de Oichalia é significativa já que o povoado tem um grande acampamento de ciganos, cujos habitantes são responsáveis pelo aumento da delincuência na região. O jornal 'Diário Digital' falou com um homem de negócio local grego que tinha informação da polícia na região pertencente à delinquência romana, e as razões pelas quais a ação policial é inútil.

Casas e terrenos na região são frequentemente roubadas, e os carros roubados para serem vendidos como sucata. A pequena delinquência é moeda corrente, junto com a mendicância e assédio. Sem embargo, qualquer tentativa de deter os criminosos romanies se vê frustrada pela chegada massiva de ciganos armados no lugar. Até 100 ciganos armados chegam à cena se a polícia, que tem limitada mão de obra, tenta fazer alguma prisão, superando-os em número e em poder de fogo.

O povoado de Oichalia está próximo de Meligalas, uma cidade de importância histórica considerável. Durante a Segunda Guerra Mundial comunistas gregos massacraram 1400 civis. Cada ano, os membros do Amanhecer Dourado fazem uma peregrinação anual ao bem de Meligalia para fazer homenagem às pessoas executadas no massacre. Agora há uma sensação de que a região está sendo profanada pelos estrangeiros ciganos que não têm respeito pela cultura e tradições gregas. Os residentes locais, vítimas constantes da delinquência romanie, são incapazes de se proteger a si mesmos, de aí a convocatória do Amanhecer Dourado para proporcionar algum tipo de segurança.

Brasil quer ser Estados Unidos



Uma nota controversa que nos compartilhem, esperamos que nossos amigos brasileiros que nos seguem possam nos dar sua opinião*:

Os habitantes do bairro São Miguel da Ciudad del Este (Paraguai) não podiam acreditar por estarem recebendo fogo 'amigo' desde o lado do rio que pertence ao Brasil. Era Outubro de 2010 e durante 3 horas, os agentes do país vizinho se enfrentaram com um grupo de contrabandistas sem que uma só autoridade paraguaia se atrevesse a mostrar o nariz. Se neste fato - que relata o jornalista Andrés Colmán -, as forças de segurança brasileiras dispararam desde a beirada, parece que preferem cruzar a fronteira.

No início deste mês de Agosto de 2012, uns 100 agentes civis e militares brasileiros entraram no território peruano e destruíram, segundo a informação oficial, uns 100 hectares onde se cultivava coca para uso permitido. A operação, denominada Trapecia, se lançou desde Tabatinga, na triple fronteira amazônica de Brasil com Colômbia e Perú, e contou com a inestimável ajuda de agentes colombianos e estado-unidenses.

Esta violação da soberania territorial de Perú era consentida, já que o presidente Ollanta Humala firmou um acordo bilateral que permite Brasil perseguir o narcotráfico mais além de suas fronteiras. Vários policiais peruanos mostraram seu incômodo à Folha de São Paulo, diário que tornou públicos estes fatos, mas não se atreveram a criticar abertamente a operação. A Operação Trapecia não é um fato isolado.

Explica Folha que entre os agentes brasileiros a nova estratégia policial e militar é conhecido como "nosso Plano Colômbia", em referência à multimilionária intervenção militar dos Estados UNidos na Colômbia com a desculpa do narcotráfico e que, como publicamos esta mesma semana em Otramérica, esconde outras intenções mais além da perseguição do tráfico de narcóticos.

O poder do Brasil na região é já inquestionável. Ao controle político e econômico de instâncias regionais de integração como Unasul ou Mercosul, há que somar a pressão direta sobre os vizinhos. A Bolívia está enredada em um grave conflito interno pela construção de uma estrada através do parque TIPNIS para satisfazer os interesses do Brasil; Paraguai vê como seus territórios fronteiriços são espaço de colonização para a agroindústria brasileira e estados menores como Suriname ou Guiana buscam a bênção de Brasília para incorporar-se ao Mercosul e ao macroprojeto de Iniciativa para a Integração da Infraestrutura Regional Sulamericana (IIRSA) que foi assumido como próprio Unasul.

Mais além das fronteiras

É público o Plano Estratégico de Fronteiras anunciado pela presidente do Brasil, Dilma Rousseff, em Junho de 2011. Este plano é paerte da Estratégia Nacional de Defesa (END) aprovada em 2008 durante o governo de Lula da Silva e que está propondo um forte rearmamento do Brasil assim como uma modernização das Forças Armadas, que já contam com uns 320.000 efetivos e com um plano de intervenções que ronda os 30 bilhões de dólares. O pressuposto das Forças Armadas somente para 2012 é de 34.965 milhões de dólares (1.7% do PIB, frente o 0.9% de gasto militar da Venezuela ou Argentina, e os 3.7% da Colômbia ou od 3.2% do Chile).

"O Amazonas e a Amazônia Azul [a 'zona especial econômica' nas águas brasileiras] são áreas de vital importância estratégica por seus recursos naturais, e nos preocupa o que pode acontecer com elas no futuro, por isto estamos transferindo unidades para essas regiões, criando pelotões de fronteira, patrulhas fluviais e estabelecendo novas bases", explicava alguns meses atrás ao diário La Nación José Carlos De Nardi, chefe do Estado Mayor Conjunto.

Mas o desenvolvimento amazônico inclui as incursões em países terceiros. Brasil já tem firmados acordos que permitem este avanço com Perú, Paraguai, e Bolívia. Com este último país se dá p paradoxo de que enquanto La Paz expulsou a DEA (a questionada agência estado-unidense antidrogas) do país, está permitindo o monitoramento brasileiro dos cultivos de coca para uso clandestino, mas com tecnologia de Washington.

Segundo autoridades do subimpério brasileiro, estas incursões são especialmente importantes nestes três países já que 54% da cocaína que se consome no Brasil vem da Bolívia, 38% chega de Perú, e a maioria da maconha vem do Praguai.

Militarização

Além dos operativos transfronteiriços, as forças de segurança brasileiras mantem a Operação Permanente Centinela, de monitoramente, e as Operações Ágata (pontuais e fronteiriças, mas sem abandonar seu território). A última operação Ágata (5) começou em 7 de Agosto na fronteira sul (com Argentina, Bolívia, Paraguai, e Uruguai) e nela se colocaram 10.000 efetivos. A respeito, o jornal paraguaio La Nación titulava alguns dias atrás: "O desenvolvimento militar brasileiro oprime o comércio na fronteira". Em Maio tinha desenvolvido Ágata 4 que supõe-se 8.600 efetivos entre civis e militares, 11 botes, nove helicópteros e 27 aviões nas fronteiras com a Venezuela, Suriname, Guiana, e Guiana Francesa, em uma área superior a 5.000 km².

Há previstos mais medianos. Por exemplo, Brasil já comprou Israel 9 dos 14 veículos aéreos não tripulados (VANT) que pretende operar na fronteira Sul, segundo informe La Nación da Argentina. Também se espera que Dilma Rousseff decida de quem compra os 36 aviões de caça (a disputa comercial está entre a estado-unidense Boeing-F-18 Super Hornet -, e a sueca Saab - Gripen NG - ou a francesa Dessault - Rafale F3) destinados ao controle fronteiriço.

Para completar o panorama, a modernização das forças armadas inclui a criação do Centro de Defesa Cibernética, o Sistema Integrado de Monitoramente de Fronteiras (Sisfron), o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (Sisgaaz), e o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (Sisceab).

A possibilidade de defender sua soberania de muitos dos vizinhos do Brasil (que tem 16.800 kilômetros de fronteiras com outros 9 Estados independentes) é limitada e as aspirações globais do gigante do Sul se concretam cada dia mais apoiando-se no seu poder econômico e militar.

*Esta notícia foi via Agencia Nacionalista de Noticias, criada pela Otramérica.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Doze mil católicos sírios estão isolados, sem comida e hostilizados pela oposição

 
Mais de 12000 fiéis greco-católicos se encontram isolados na aldeia de Rableh, oeste Quasyr, região de Holms. Os víveres são escassos, os fiéis estão a 'pão e água' e faltam medicamentos para cuidar dos doentes e feridos.

Há mais de de dez dias, a aldeia de Rableh está submetida a um rigoroso bloqueio por parte de grupos armados da oposição, que a rodeiam por todos os lados. Um dos responsáveis da paróquia local, B.K., que pede o anonimato, disse que nos últimos dias franco-atiradores mataram três jovens da aldeia.

Alguns representantes da Iniciativa popular pela reconciliação Mussalaha conseguiram levar uma pequena quantidade de ajuda humanitária para a aldeia. Um representante de Mussalaha acalmou os fiéis, afirmando que "todo o possível será feito para permitir a entrega de ajudas humanitárias".

O patriarca Gregorios III Laham, visivelmente comovido, fez um chamado a todos os homens de boa vontade para que "salvem Rableh e todas as outras aldeias que sofrem na Síria, e que a paz chegue por fim a nosso tão amado país". Também o nuncio apóstolico na Síria, Mario Zenari, convidou todas as partes implicadas "ao rigoroso respeito do direito internacional humanitário", lembrando que a solução da crise síria depende sobretudo dos seus cidadãos.

A agência Fides também anunciou que um helicóptero de ataque bombardeou o monastério greco-católico de São Tiago Mutilado, em Qara, que hospeda uma comunidade de 25 pessoas de 9 países e uns 20 refugiados, quando pretendia atacar grupos rebeldes. Não houve vítimas, mas parte do Monastério do Séc. VI sofreu danos.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

França fornece a rebeldes equipamentos de comunicação e proteção

O primeiro-ministro francês Jean-Marc Ayrault, reconheceu quarta-feira que seu país está fornecendo recursos materiais para o Exército Livre Sírio, embora não adimita que esteja fornecendo armas. Em uma entrevista com a emissora PMC, o primeiro-ministro francês explicou que a França apresentou aos rebeldes sírios sistemas de comunicação e meios de proteção pessoal.

Ayrault repetiu mais uma vez que a comunidade internacional tem de garantir que o presidente sírio, Bashar al Assad renuncie ao seu cargo. "Deve-se conseguir que al Assad se vá", disse ele. O conflito que já é guerra civil na Síria eclodiu em janeiro de 2011, quando a começaram as manifestações de rua contra o presidente Assad. Ao longo do tempo foram se transformando em confrontos sangrentos e atentados terroristas.

Desde que se formou o auto-proclamado Exército Livre da Síria, dentro do qual convergem radicais islâmicos vindos de outros países, a situação deteriorou-se a tornar-se dramática: Milhares de pessoas já morreram, os combatentes não cessam e, além dos danos de combates de rua, também está destruindo o patrimônio cultural e histórico do país, que, por vezes, também inclui algumas obras declaradas Património Mundial.



Via La Proxima Guerra

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Kim Jong-un visitará o Irã para reunião do Movimento Não-Alinhado

North Korean leader Kim Jong-un waves to his supporters. (File photo)O líder norte-coreano Kim Jong-un visitará o Irã na próxima semana para participar da 16 reunião do Movimento Não-Alinhado em Teerã.

O portavoz do MNA para a reunião, Mohammad Reza Forqani, disse ao site de notícias Tabnak que Kim fará sua primeira visita exterior - desde que foi empossado como líder da Coreia do Norte - em Teerã.

Irã e Coreia do Norte sempre tiveram relações próximas, e a visita do lídernorte-coreano mostra que os dois países querem fortalecer suas interações.

Cerca de 100 países já anunciaram sua presença na reunião, disse Mohammad.

O MNA, uma organização internacional de 120 estados-membros e 21 observadores, é considerada como não formalmente alinhada com ou contra nenhum bloco maioritário.

A décima sexta reunião do MNA acontecerá de 26 a 31 de agosto na capital iraniana, com a República Islãmica assumindo a presidência rotátoria do movimento por 3 anos.

Ex-fuzileiro naval detido por postagens sobre 11 de Setembro no Facebook

O ex-fuzileiro Brandon Raub foi pego pelo FBI e trancado em uma ala psiquiátrica por suas publicações no Facebook questionando a versão do governo sobre o 11 de Setembro.

O advogado de Raub - o chefe do escritório de advocacia não-partidário dos direitos civis Instituto Rutherford - aponta que Raub está detido por tempo indeterminado.

 "Eu estou atualmente em John Randolph na ala psiquiátrica sendo mantido contra a minha vontade", Brandon Raub, 26, disse em uma entrevista por telefone com o Times-Dispatch.

O advogado também disse: "Para os funcionários do governo não só prender Brandon Raub por nada mais do que exercer os seus direitos da Primeira Emenda, mas para realmente forçá-lo a submeter-se a avaliações psicológicas e detê-lo contra a sua vontade vai contra todo o princípio constitucional sobre o qual este país foi fundado. Esto deve chamar a atenção dos americanos que o estado policial está aqui. "

Fatos e números

Raub não é a primeira pessoa que sofreu esse destino. Claire Swinney também foi mantida em um hospital psiquiátrico e chamada de "delirante" por reivindicar a responsabilidade do governo para os atendados de 11 de Setembro. Outros têm sido cometidos pelo mesmo motivo durante a última década. 

Tanto o FBI quanto Serviço Secreto afirmam Raub não foi preso ou acusado, mas as declarações do Instituto Rutherford apontam que "se a polícia colocou algemas em você e você está sendo mantido contra a sua vontade, se qualifica como uma prisão."

Muitos sociólogos e profissionais de saúde mental dizem que aqueles que acreditam na versão oficial, sem qualquer questionamento são os que sofrem de mecanismos de defesa psicológicos.

Muitos dos próprios membros da Comissão de 11 de Setembro dizem que o governo encobriu o patrocínio estatal dos seqüestradores do 11/9, e o plano da AL Qaeda de lançar aviões no World Trade Center e ao Pentágono era inteiramente previsível.




Via PressTV 

Ver mais também em Washington's Blog 

Jacob Rotschild aposta no colapso do euro



Se as ações de Lord Jacob Rotschild são algo a que se ater, o colapso do Euro, predito desde há tempos não pode estar muito longe, com o titã bancário fazendo uma aposta de $200 milhões contra a tributada moeda única.

"Lord Rotschild, antigo membro da família dinástica de banqueiros Rotschild, tomou a posição frente ao euro através do RIT Capital Partners, o truste de inversão de 1,9 bilhões de libras de que ele é presidente executivo", informa CNBC.

RIT aumentou seu curto prazo prente ao euro de 3 por cento em Janeiro a 7 por cento em Julho.

O Banco Central Europeu segue tratando de reanimar um cadáver morto de forma contínua bombeando dinheiro de resgate aos países endividos como Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha.

Sem embargo, os principais inversores soomente o vêem como uma questão de tempo antes que a moeda única seja consignada ao despejo da história econômica.

Na semana passada, o influente diário alemão Der Spiegel informou que "os bancos, as empresas e os inversores estão se preparando para um colapso do euro".

Enquanto que os multimilionários como John Paulson e George Soros estão lançando seu músculo financeiro atrás do ouro enquanto a situação financeira se vê cada vez mais instável ao dirigirmos ao final do ano.

"De acordo com Bloomberg News, Paulson & Co. e Soros Fund Management aumentaram fortemente sua exposição ao truste do ouro SPDR a 21.8 milhões e 884.000 ações e participações respectivamente. Paulson & Co. agora tem 44% de seus 24 bilhões de dólares de fundos expostos a metais preciosos", afirma ABC News.

A seguinte etapa do colapso financeiro se prevê por muitos como de uma gravidade muito mais importante que a crise de 2008, com Max Keiser afirmando no show de Alex Jones na Sexta para predizer uma crise econômica sistêmica antes de Abril de 2013.

"Não há maneira de detê-la porque a análise dos sistemas me diz que quando se complica um sistema ao nível em que este tem sido comprometido e complicado, há uma probabilidade de 99,9% de que ocorra um colapso sistêmico total antes de Abril de 2013", disse Keiser.

Ele seguiu dizendo: "Só há um resultado possível disto e é a guerra civil - tem que ter uma guerra civil - vai ser uma guerra civil intergeracional na América - todas as pessoas menores de 30 anos vão ir à guerra com todo o mundo que tenha mais de 45, porque basicamente, roubaram todo seu dinheiro, lhes roubaram o país, lhes roubaram suas riquezas...se você tem uma coisa terá também a outra e isso chegaria em 2013".

Via Laproximaguerra

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Líbia fornece armas de Gaddafi aos rebeldes sírios

Libia está suministrando armas de los arsenales de Gaddafi a los rebeldes sirios y este contrabando va creciendo cada día, según informan los medios occidentales. Así, por ejemplo, según los datos del diario británico The Sunday Times, el suministro de armas procedentes de Libia al llamado Ejército Libre Sirio ya se realiza a gran escala. El armamento llega a las manos de los rebeldes sirios a través del puerto libanés de Trípoli, según el rotativo. A pesar de que los militares del Líbano han informado sobre la interceptación de solo un barco cargado con armas de origen libio, desde entonces al menos siete embarcaciones con esas armas a bordo han atracado en las costas libanesas, según los medios occidentales. Los rebeldes sirios, integrantes del Ejército Libre Sirio, recogen el armamento de los barcos en la noche. Luego llevan ametralladoras, lanzagranadas, lanzacohetes portátiles, fusiles automáticos etc. a un campamento militar que han creado en el norte del Líbano. De allí las armas se trasladan a través de la frontera al territorio sirio. Los barcos de la ONU que patrullan las aguas internacionales cerca del Líbano son el único obstáculo en el camino de las armas libias hacia el país árabe, pero, por lo visto, sus esfuerzos no son suficientes. No obstante, parece que los arsenales del coronel Gaddafi no son la única fuente de armas para los rebeldes sirios. En los medios aparecen datos sobre el suministro de armas fabricadas en Occidente a la oposición siria a través de terceros países, según escribió en su cuenta de Twitter el viceministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Guennadi Gatílov. “Es interesante cómo en estas condiciones nuestros socios occidentales, que se pronuncian por la introducción de sanciones contra Siria, ven su cumplimiento garantizado”, afirmó el diplomático.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/51894-libia-regala-arsenales-gaddafi-rebeldes-sirios
Libia está suministrando armas de los arsenales de Gaddafi a los rebeldes sirios y este contrabando va creciendo cada día, según informan los medios occidentales. Así, por ejemplo, según los datos del diario británico The Sunday Times, el suministro de armas procedentes de Libia al llamado Ejército Libre Sirio ya se realiza a gran escala. El armamento llega a las manos de los rebeldes sirios a través del puerto libanés de Trípoli, según el rotativo. A pesar de que los militares del Líbano han informado sobre la interceptación de solo un barco cargado con armas de origen libio, desde entonces al menos siete embarcaciones con esas armas a bordo han atracado en las costas libanesas, según los medios occidentales. Los rebeldes sirios, integrantes del Ejército Libre Sirio, recogen el armamento de los barcos en la noche. Luego llevan ametralladoras, lanzagranadas, lanzacohetes portátiles, fusiles automáticos etc. a un campamento militar que han creado en el norte del Líbano. De allí las armas se trasladan a través de la frontera al territorio sirio. Los barcos de la ONU que patrullan las aguas internacionales cerca del Líbano son el único obstáculo en el camino de las armas libias hacia el país árabe, pero, por lo visto, sus esfuerzos no son suficientes. No obstante, parece que los arsenales del coronel Gaddafi no son la única fuente de armas para los rebeldes sirios. En los medios aparecen datos sobre el suministro de armas fabricadas en Occidente a la oposición siria a través de terceros países, según escribió en su cuenta de Twitter el viceministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Guennadi Gatílov. “Es interesante cómo en estas condiciones nuestros socios occidentales, que se pronuncian por la introducción de sanciones contra Siria, ven su cumplimiento garantizado”, afirmó el diplomático.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/51894-libia-regala-arsenales-gaddafi-rebeldes-sirios
Libia está suministrando armas de los arsenales de Gaddafi a los rebeldes sirios y este contrabando va creciendo cada día, según informan los medios occidentales. Así, por ejemplo, según los datos del diario británico The Sunday Times, el suministro de armas procedentes de Libia al llamado Ejército Libre Sirio ya se realiza a gran escala. El armamento llega a las manos de los rebeldes sirios a través del puerto libanés de Trípoli, según el rotativo. A pesar de que los militares del Líbano han informado sobre la interceptación de solo un barco cargado con armas de origen libio, desde entonces al menos siete embarcaciones con esas armas a bordo han atracado en las costas libanesas, según los medios occidentales. Los rebeldes sirios, integrantes del Ejército Libre Sirio, recogen el armamento de los barcos en la noche. Luego llevan ametralladoras, lanzagranadas, lanzacohetes portátiles, fusiles automáticos etc. a un campamento militar que han creado en el norte del Líbano. De allí las armas se trasladan a través de la frontera al territorio sirio. Los barcos de la ONU que patrullan las aguas internacionales cerca del Líbano son el único obstáculo en el camino de las armas libias hacia el país árabe, pero, por lo visto, sus esfuerzos no son suficientes. No obstante, parece que los arsenales del coronel Gaddafi no son la única fuente de armas para los rebeldes sirios. En los medios aparecen datos sobre el suministro de armas fabricadas en Occidente a la oposición siria a través de terceros países, según escribió en su cuenta de Twitter el viceministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Guennadi Gatílov. “Es interesante cómo en estas condiciones nuestros socios occidentales, que se pronuncian por la introducción de sanciones contra Siria, ven su cumplimiento garantizado”, afirmó el diplomático.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/51894-libia-regala-arsenales-gaddafi-rebeldes-siriosLibia está suministrando armas de los arsenales de Gaddafi a los rebeldes sirios y este contrabando va creciendo cada día, según informan los medios occidentales. Así, por ejemplo, según los datos del diario británico The Sunday Times, el suministro de armas procedentes de Libia al llamado Ejército Libre Sirio ya se realiza a gran escala. El armamento llega a las manos de los rebeldes sirios a través del puerto libanés de Trípoli, según el rotativo. A pesar de que los militares del Líbano han informado sobre la interceptación de solo un barco cargado con armas de origen libio, desde entonces al menos siete embarcaciones con esas armas a bordo han atracado en las costas libanesas, según los medios occidentales. Los rebeldes sirios, integrantes del Ejército Libre Sirio, recogen el armamento de los barcos en la noche. Luego llevan ametralladoras, lanzagranadas, lanzacohetes portátiles, fusiles automáticos etc. a un campamento militar que han creado en el norte del Líbano. De allí las armas se trasladan a través de la frontera al territorio sirio. Los barcos de la ONU que patrullan las aguas internacionales cerca del Líbano son el único obstáculo en el camino de las armas libias hacia el país árabe, pero, por lo visto, sus esfuerzos no son suficientes. No obstante, parece que los arsenales del coronel Gaddafi no son la única fuente de armas para los rebeldes sirios. En los medios aparecen datos sobre el suministro de armas fabricadas en Occidente a la oposición siria a través de terceros países, según escribió en su cuenta de Twitter el viceministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Guennadi Gatílov. “Es interesante cómo en estas condiciones nuestros socios occidentales, que se pronuncian por la introducción de sanciones contra Siria, ven su cumplimiento garantizado”, afirmó el diplomático.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/51894-libia-regala-arsenales-gaddafi-rebeldes-sirios
Libia regala los arsenales de Gaddafi a los rebeldes sirios 

A Líbia está fornecendo armas dos arsenais de Gaddafi aos rebeldes sírios e este contrabando vai crescendo a cada dia, segundo informam meios ocidentais.

Assim, por exemplo,  segundo dados do diário britânico The Sunday Times, o fornecimento de armas procedentes da Líbia ao Exército Livre Sírio já se realiza em grande escala. O armamento chega aos rebeldes sírios através do porto libanês de Tripoli.

Apesar de que os militares líbaneses informaram sobre a interceptação de apenas um barco carregado com armas de origem líbia, desde então ao menos sete embarcações com armas atracaram nas costas libanesas.

Os rebeldes sírios recolhem o armamento dos barcos de noite. Levam metralhadoras, lança-granadas, lança-foguetes portáteis, fusis automáticos etc a um acampamento militar que criaram no norte do líbano. Daí as armas viajam através da fronteira síria. Oss barcos da ONU que patrulham as águas internacionais perto do Líbano são o único obstáculo no caminho das armas líbias ao país árabe, mas pelo visto seus esforços são insuficientes.

No entanto, parece que os arsenais de Gaddafi não são a única fonte de armas para os rebeldes sírios. Na mídia aparecem dados sobre o fornecimento de armas fabricadas no Ocidente para a Oposição, através de outros países, como escreveu na sua conta no twitter o vice-ministro de Relações Exteriores da Rússia, Guennadu Gatilov. "É interessante como nestas condições, que se pronunciam pelas sanções contra a Síria, veem sua realização garantida" disse o diplomata.




Em breve, o mundo estará imerso em caos, diz Dugin



Com a formação da crise mundial, acontecimentos no mundo todo dão luz à tão chamada Recessão do Século XXI.

O colapso da Grécia e a decadência da maioria dos países do Mediterrâneo, e o consequente surgimento de ditaduras tradicionalistas, como é o caso do partido Golden Dawn na Grécia, os conflitos grevistas espanhóis, as organizações sub-partidárias portuguesas, e o movimento político-social Casapound Italia, assim como por toda a Europa (Alemanha com NPD, Suécia com divulgação do eurasianismo duguiniano, França com Frente National, etc.), tudo isto remete à uma bancarrota global, visto que a economia interligada acaba levando todo o mundo a um eminente caos, seja ela provocada em instituições como a União Européia ou empresas chinesas e estado-unidenses.

Recentemente, o professor e geopolítico Alexander Dugin, que já tem sido conselheiro de Putin, divulgou em sua página no Facebook uma afirmação curiosa a respeito dessa crise mundial que ameaça surgir a qualquer momento:

"Em breve o mundo estará imerso em caos. O sistema financeiro está rumando ao colapso. A desordem e os conflitos étnicos e sociais estarão por toda parte. A Europa está condenada. A Ásia está em tumulto. Os oceanos de imigrantes por toda parte derrubarão a ordem existente. O sistema atual se quebrará e debandará. Depois desse período transitório direto a ditadura global será implementada. Nós devemos estar preparados e começar a organizar uma resistência pra já - a rede internacional de tradicionalistas, revolucionários conservadores, não-conformistas de todos os tipos, heideggerianos, partidários da Quarta Teoria Política e multipolaridade - de um tipo de Sacro Front além da esquerda-direita e outras taxonomias políticas e ideológicas. Se confrontará o caos e o reinado escatológico megacapitalista "anticristo" "daddjaliano", com os exércitos da Kali-Yuga. Agora, tudo está fora da Modernidade, fora das três teorias políticas, fora da tida como certa história convencional. Nós e nossos inimigos também estamos entrando em um chão absolutamente novo."

Uma informação comprometedora, e apocalíptica. No entando, real, se for levada em conta uma pesquisa a fundo sobre grupos como o Bilderberg, muitas vezes tido como "dono do mundo" e criador de crises e dores cíclicas.

domingo, 19 de agosto de 2012

11 Mitos sobre a crise mundial







Os analistas analisam os principais mitos por detrás da crise mundial, deixando claro sobre quem se beneficia com ela.

1. A economia dos EUA necessita da crise

Este mito tem direito de existir, afirmam os economistas. "A economia dos EUA se baseia em parte dos fenômenos de crise, os transtornos financeiros e os conflitos de poder locais, já que, de vez em quando, o excesso de liquidez impressa deve ser aplicada em algum lugar, mas não se trata de um esforço especial por manter tensões nas plataformas financeiras em seu próprio benefício", explica Anna Bodrova, analista de Investcafe, a Rb.ru.

Ademais, os analistas compartilham da opinião de que as principais economias mundiais, incluída a dos EUA, tendem a "exportar" a crise aos países em desenvolvimento para reduzir seu impacto em sua própria economia.

2. Os banqueiros não pagam a crise

"Em japonês a palavra 'crise' é constituída de dois hieróglifos 'perigo' e 'oportunidade'. Qualquer exacerbação cria novas oportunidades e resulta mais fácil se aproveitar delas quem possui mais dinheiro e experiência. Assim que os bancos possam lucrar com a crise, já que dispõem de mais capacidades para conseguir do que as gentes comuns", indica Ilya Balákirev da UFS Investment Company.

3. Taxas de interesse pelas nuvens

Os economistas afirmam que se a situação se desenvolve de forma desfavorável, o aumento das taxas de interesse, que já se deixa sentir, poderia continuar, ainda que o processo tem seus limites, pois a demanda de empréstimos se reduziria muito com o incremento das taxas. Sem embargo, atualmente se observa a situação inversa: as autoridades tratam de amortecer a crise com dinheiro, o que levou a uma derrubada das taxas.

4. Não apostar tudo em uma moeda

Os economistas insistem em que não devemos pôr todos os ovos na mesma cesta, e sugerem diversificar as ações em três direções: no dólar, no euro, e na moeda nacional, ou investir em propriedade.

5. O 'milagre' dos dólares e dos peixes

Os especialistas indicam que se dão condições para pensar em um eventual caso do dólar, mas que EUA contam com um antídoto poderoso. "Somente pelo fato de que EUA tem a capacidade de lançar sua máquina de imprimir moeda, os dólares não se converterão em envoltórios de caramelo. Até o momento todas as injeções de liquidez da Reserva Federal (FED) somente impactavam positivamente no dólar. Somente a renúncia de usar o dólar como moeda de reserva poderia ser capaz de derrubar o dólar", indicou Ilya Balákirev, da UFS Investment Company.

6. A Alemanha largará a Europa de mão?

Os economistas não descartam esta opção, mas a Alemanha também sofrerá caso de que se produza uma descomposição da zona euro. As perdas do colapso poderiam ascender em 10-30% do PIB.

7. China, em resgate?

Os especialistas instam às principais economias a unir esforços dentro de uma estratégia unida de recuperação econômica. Ademais, se afirma que gradualmente o papel de locomotora econômica vá a recair em países onde os recursos de salto tecnológico ainda não se esgotaram, como China ou Índia.

8. A Rússia sobreviverá com suas reservas?

Os especialistas coincidem em afirmar que na primeira onda da crise a Rússia logrou conservar suas reservas internacionais e não gastá-las. Agora a situação é similar em termos de reservas. Ademais, a Rússia reconhece a existência de uma influência externa forte e está preparada para introduzir medidas anti-crises consistentes.

9. Oriente Médio inflama o petróleo

 Os conflitos não animam subir o preço do petróleo tanto como EUA. "O conflito [atual no Oriente Médio] favorece o petróleo, mas isto se aplica somente a uma variedade Brent. O WTI cota 17 dólares mais barato, o que é efeito do conflito. O petróleo caro é, em maior medida, uma consequência das injeções de liquidez do FED", disse Ilya Balákirev da UFS Investment Company.

10. Onda mundial de descontentação social

Os economistas não descartam este cenário, já que as economias debilitadas ainda não acumularam os recursos necessários e não tomaram medidas importantes anti-crise. Ademais, as implicações sociais e políticas virão em primeiro plano.

11. Declíneo da UE?

Os economistas opinam que a probabilidade de que a UE, tal como a conhecemos, mude é muito alta, mas as autoridades dos países europeus emprenderão todos os esforços para atrasar o processo, já que é negativo para todos.

"Em certo sentido, o colapso da situação euro é similar à decadência da União Soviética", afirma Balákirev.

Via RT