segunda-feira, 16 de julho de 2012

Clinton: "EUA recorrerá a todo poder para impedir um Irã nuclear"

A Secretaria dos EUA afirma que os líderes do Irã ainda têm a oportunidade de fazer a "decisão correta"

A secretaria norte-americana do Estado, Hillary Clinton, concluiu sua visita a Israel declarando que Washington recorrerá a "todos os elementos do poder americano" para previnir que Irã tenha o acesso às armas nucleares.

Ainda que Clinton insistiu na incrementação da pressão sobre Teerã, a chefe da diplomacia norte-americana apontou que os "líderes do Irã ainda têm a oportunidade de tomar a decisão certa".

A funcionária, que talvez afronta os últimos meses de seu cargo devido à proximidade das eleiç~ies presidenciais nos EUA, que se celebrarão em Novembro, se referiu às negociações sobre o polêmico programa nuclear do Irã. A secretária de Estado dos EUA sublinhou que depois de três rondas de negociações entre Teerã e o Sexteto de mediadores, que não deram frutos significativos, Irã não parece dar os passos adequados para um acordo com a comunidade internacional.

Ademais, Clinton disse que Washington exerce sua pressão "em consultas iintensas com Israel", pois - como já assinalou em seu dia - Israel e EUA "devem atuar juntos" em momentos de incertezas. Tanto Washington como Tel Aviv creem que o projeto nuclear do Irã vai dirigido a fabricar uma bomba atômica, suspeita que a repúlbica islâmica nega, argumentando que suas investigações têm fins pacíficos.

Porta-Aviões extra antes do tempo

Enquanto aumenta a tensão na região com o conflito que não cessa na Síria e a polêmica tensão sobre os planos nucleares iranianos, o Pentágono anunciou hoje o envio de um porta-aviões e sua frota ao Golfo Pérsico quatro meses antes do previsto. O objetivo, segundo o Ministério de Defesa dos EUA, é manter um mínimo de dois barcos simultaneamente na região.

O secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta, aprovou na semana passada a petição do Mando Central, que supervisa a segurança no Oriente Médio, de adiantar o envio do porta-aviões John C. Stennis no fim do verão, informou o secretário de imprensa do Pentágono, George Little. Segundo dito, se trata de "uma extensão das capacidades" que os EUA já possuem na região do Oriente Médio, uma região que afronta uma "variedade de desafios".

Nesse sentido, assinalou que o Departamento de Defesa "é consciente sempre dos desafios postos por Irã", ainda que - afirma - não se trata de uma decusão justificada somente por esse motivo. Teerã já criticou os reforços da frota estado-unidense próximo de suas fronteiras, acusando Washington de aumentar a presença militar na região.

Atualmente há dois porta-aviões estado-unidenses na região, o Abraão Lincoln no mar da Arábia e o Enterprise no Golfo Pérsico. Em Kwait estão implantadas duas brigadas do exército de terra e uma brigada de helicótperos, uns 15000 militares dos EUA no total.

As forças dos EUA na região também incorporam um batalhão de infantes da marinha de dois mil efetivos e um grupo de navios de desembarque formado por barcos anfíbios e um porta-helicótperos.

Via RT

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Uniformes olímpicos americanos são fabricados na China

Um grande escândalo agita os Estados Unidos quando veio a conhecimento que os uniformes que os atletas americanos utilizarão na cerimônia de inauguração das Olímpiadas foram fabricados na China.
Críticas chegam após anúncio de que uniformes foram feitos na China. Foto: AP
O Congresso Americano criticou de maneira unânime o Cômite Olímpico (USOC em inglês) por sua decisão de produzir o uniforme fora do país.

"Estou muito bravo. Penso que o Cômite Olímpico deveria pegar todos os uniformes, fazer uma pilha e queimá-los. Seria melhor que os atletas levassem camisas com o emblema dos EUA pintado a mão" disse o senador Harry Reid.

A líder democrata Nancy Pelosi também expressou sua indignação pelo ocorrido. "Estamos orgulhosos de nossos atletas olímpicos, mas eles devem estar vestidos com uniformes feitos nos Estados Unidos".

Para os legisladores não é só uma questão de orgulho nacional, mas criticaram o fato de vestir os esportistas com boinas, jaquetas e calças de produção chinesa quando a indústria têxtil americana experimenta dificuldades e muitas pessoas buscam emprego.

O Cômite Olímpico Americano defendeu a escolha do desenhista Ralph Lauren, que fornece os uniformes que os esportistas usarão no desfile. O porta-voz do USOC, Patrick Sandusky, destacou que diferentemente da maioria dos países, o cômite é financiado pela iniciativa privada; por isso, estão muito agradecidos com o apoio dos patrocinadores.

RT
Um grande escândalo agita os Estados Unidos quando veio a conhecimento que os uniformes que os atletas americanos utilizarão na cerimônia de inauguração das Olímpiadas foram fabricados na China. O Congresso Americano criticou de maneira unânime o Cômite Olímpico (USOC em inglês) por sua decisão de produzir o uniforme fora do país. "Estou muito bravo. Penso que o Cômite Olímpico deveria pegar todos os uniformes, fazer uma pilha e queimá-los. Seria melhor que os atletas levassem camisas com o emblema dos EUA pintado a mão" disse o senador Harry Reid. A líder democrata Nancy Pelosi também expressou sua indignação pelo ocorrido. "Estamos orgulhosos de nossos atletas olímpicos, mas eles devem estar vestidos com uniformes feitos nos Estados Unidos". Para os legisladores não é só uma questão de orgulho nacional, mas criticaram o fato de vestir os esportistas com boinas, jaquetas e calças de produção chinesa quando a indústria têxtil americana experimenta dificuldades e muitas pessoas buscam emprego. O Cômite Olímpico Americano defendeu a escolha do desenhista Ralph Lauren, que fornece os uniformes que os esportistas usarão no desfile. O porta-voz do USOC, Patrick Sandusky, destacou que diferentemente da maioria dos países, o cômite é financiado pela iniciativa privada; por isso, estão muito agradecidos com o apoio dos patrocinadores.

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/49052-Esc%C3%A1ndalo-en-EE.UU.-equipo-ol%C3%ADmpico-vestir%C3%A1-uniformes-hechos-en-China?_fb

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Rabinos criticam decisão de corte alemã sobre circuncisão religiosa

Rabinos europeus criticaram decisão de um tribunal alemão, que classificou como lesão corporal a circuncisão religiosa. Religiosos afirmam que é pior ataque à comunidade judaica alemã desde era nazista. 



Após um tribunal alemão ter considerado como crime a circuncisão religiosa de meninos, rabinos pressionam o governo alemão para que a prática não seja proibida. Em Berlim, rabinos ortodoxos de diversos países europeus apelaram nesta quinta-feira (12/07) para que as comunidades judaicas no país continuem realizando a circuncisão.

O presidente da Conferência Europeia de Rabinos, Pinchas Goldschmidt, disse numa reunião da entidade em Berlim que as comunidades judaicas na Alemanha e os pais afetados "não devem esperar por uma mudança da decisão judicial". Ele alertou que se o veredicto for confirmado na forma de uma lei “não haverá futuro para as comunidades judaicas na Alemanha".

Goldschmidt argumentou que uma proibição da circuncisão seria um sinal ainda mais forte contra a comunidade judaica do país do que a proibição do abate religioso de animais durante o regime nazista.

Esclarecimento jurídico

"As comunidades judaicas na Alemanha consideram o veredicto muito problemático", ressaltou Goldschmidt, em entrevista à Deutsche Welle. Ele diz esperar que o governo alemão contribua rapidamente para o esclarecimento jurídico do problema.

O religioso considera também "terrível" que os alemães sejam, em maioria, a favor da decisão, como indicam pesquisas de opinião. "Agora se trata de garantir os fundamentos de uma democracia liberal para o reconhecimento absoluto da liberdade religiosa de minorias", disse. A Conferência, liderada por ele, reúne cerca de 400 sacerdotes judeus do continente. Goldschmidt é o chefe dos rabinos moscovitas.

Goldschmidt tem esperança de que Berlim resolva os problemas existentes no âmbito da legislação. "Desejamos que isso seja resolvido o mais rápido possível", afirma. "Pois, afinal, a reconstrução de uma comunidade judaica na Alemanha do pós-guerra é de importância essencial para o futuro da Alemanha", observa o rabino.

Ele acredita que haja uma tendência crescente de marginalização de minorias religiosas na Europa e cita como evidências disso a proibição de minaretes na Suíça, a proibição do uso da burca na França e a controvérsia política sobre o abate religioso de animais na Holanda.







Lesão corporal

O Tribunal Regional de Colônia determinou em junho que a circuncisão de meninos por motivos puramente religiosos é uma lesão corporal e, portanto, crime, mesmo quando realizada com consentimento dos pais. No entender do tribunal, o consentimento não atende aos interesses da criança, que tem seu corpo "modificado permanentemente e irreparavelmente" pela operação, que é parte dos rituais islâmicos e judaicos.

A decisão encerrou o julgamento em segunda instância de um médico que havia operado um menino muçulmano de 4 anos de idade, que sofreu complicações pós-operatórias.

Críticas de muçulmanos e judeus

A decisão judicial provocou críticas severas de muçulmanos e judeus, além de representantes de igrejas cristãs. Diversos hospitais no país suspenderam a realização de circuncisões por motivos religiosos.
Políticos social-democratas e verdes se disseram favoráveis a considerar todas as possibilidades legais para garantir a não punição à circuncisão, com intuito de fornecer segurança jurídica tanto para muçulmanos quanto para judeus.

A vice-líder da bancada do SPD no Parlamento, Christine Lambrecht, considera que uma norma jurídica deve proteger "tradicionais rituais religiosos" para que o exercício de tais práticas não seja punido. A líder da bancada dos verdes, Renate Künast, afirmou que pretende discutir com especialistas e associações, para que "um caminho seja encontrado para regulamentar esse problema, de forma a garantir segurança jurídica para judeus e muçulmanos".

 Via DW


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Força Militar de Mísseis síria conclui exercício com munição real



As forças de mísseis sírias concluíram nesta Quarta os exercícios militares realizados pelas forças armadas sírias com um exercício tático usando munição real.

As forças de mísseis provaram alta performance baseada na autoconfiança e permanente prontidão e habilidade em destruir qualquer alvo inimigo. 

Lançando vários tipos de mísseis e acertando seus alvos precisamente realça o alto nível de treinamento das tropas de mísseis e sua habilidade em investir o poder destrutivo de suas armas perfeitamente.

O Vice-Comandante-Supremo do Exército e das Forças Armadas, Gen. Dawood Rajiha, acompanhado pelo General Talal Mustafa Tlas e um número de altos funcionários participaram dos exercícios.

Via SANA

A Rússia não apoiará a resoluçaõ da ONU sobre a Síria se forem estabelecidas sanções

Moscou não crê que as sanções podem possibilitar o fim do conflito

A Rússia não apoiará o projeto de resolução do Conselho de Segurança sobre a Síria caso ameace Damasco com sanções, segundo anunciou um representante russo permanente na ONU, Alexánder Pankin.

Moscou se nega a aprovar o projeto porque não considera que "a imposição de sanções tenha algum efeito" na busca de uma saída ao conlito entre o regime de Bashar al Assad e a oposição síria.

Os países ocidentais propõem uma nova resolução que prevê aplicar sanções contra a Síria se as partes do conflito não colocarem um fim à violência no país, segundo Pankin. A Rússia está contra tais medidas porque apenas vão contra o regime e apenas afetam a oposição armada.

Reino Unido, França e EUA planejam esboçar um novo projeto de resolução em resposta ao que foi promovido pela Rússia (que propõem prolongar por três meses mais a missão dos observadores da ONU na Síria), segundo anunciou em uma conferência de imprensa o enviado especial das Nações Unidas e da Liga Árabe, Kofi Annan, no transcurso da última reunião do Conselho de Segurança.

Se espera que a China, outro país com direito ao veto no Conselho, tampouco apóie esta resolução dos países Ocidentais.

VIA RT

Os novos cortes adotados pelo governo espanhol são "suicidas"

As medidas de austeridade só conduzem à recessão do país, afirmam os especialistas

As medidas de austeridade que os governos adotam apenas conduzem à depressão da economia e à recessão de uma nação. A atuação do presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, nas atuais circunstâncias que atravessa o país "é suicida", consideram os especialistas.

Segundo o escritor e jornalista Miguel-Anxó Murado, o "Governo espanhol simplesmente tem uma visão ideológica do que acontece". Rajoy "é refém de seu discurso", já que "quando estava na oposição dizia que tudo era muito fácil, que a única coisa a se fazer eram cortes e planos de austeridade, e que os mercados responderiam favormente", manifesta Murado.

Contudo, os mercados são muito complexos e "entendem que muitos cortes conduzem à depressão da economia, à recessão, então tampouco querem investir em uma nação em recessão", assegura o jornalista.

Também defende que adotar essas medidas, que tem um forte impacto social, em um momento de extremas dificuldades econômicas no país, "é suicida".

Nesta quarta as autoridades espanholas anunciaram, entre outras reformas, uma subida do IVA de 18% para 21%, e uma nova reforma do sistema de prestações por desemprego, com o qual os recém-desempregados receberão menos a partir do sexto mês, entre 50% e 60%.

Mas de acordo com o especialista, o governo de Rajoy "se enganou" ao tomar estas decisões. Neste ambiente, os protestos dos mineiros em repúdio a estas políticas se converteram em "um verdadeiro símbolo da resistência do povo ante os ajustes".

Via RT

"Preparem-se para a guerra e o fim do mundo" adverte o líder espiritual iraniano

As autoridades iranianas dinfundem entre os militares um folheto denominado "Os últimos seis meses"



Em uma mensagem aos iranianos, o líder religioso exortou aos fiéis que esperassem a chegada de Mahdi, o décimo segundo Imã, que anunciará o fim do mundo, observa o portal Interfax Religion.

Segindo a crença xiita, o Mahdi chegará no dia do Juizo Final para salvar o mundo e estabelecer a ordem islâmica na Terra.

O lider religioso destacou que agora o dever dos iranianos é "se preparar para a vinda do grande líder e estarem prontos para a guerra".

"Sob a direção de Deus e com seu apoio invisivel faremos que a civilização islãmica triunfe no ãmbito internacional. É nosso destino" afirmoi o Aiatolá.

Recentemente as autoridades iranianas começaram a difundir entre os militares do país um folheto chamado "Os últimos seis meses", que os incita a se preparar para a chegade de um Iman e enfrentar o Ocidente, que aumenta sua força nuclear, informam os meios locais.

Via RT

Chávez e a PDVSA se tornam aliados chave para o regime sírio

O presidente venezuelano, Hugo Chávez,  e a comapnhia estatal Petróleos de Venezuela SA se tornaram sócios econômicos estratégicos do presidente sírio Bashar Al Assad, enviando Diesel ao país árabe e negociando com empresas sírias boicotadas pelos Estados Unidos e União Europeia.
Por: The Wall Street Journal (artigo resumido)

A Venezuela conforma junto com Russia e Irã um bloco informal de nações que tratam de impedir os esforços do ocidente em derrocar Assad e dissolver sua aliança militar com o Irã, indicam autoridades americanas e ativistas políticos sírios.

A PDVSA prepara o quarto envio de diesel para a Síria nos últimos oito meses, segundo documentos corporativos venezuelanos e sírios. Esta energia é crucial para manter em operação os tanques e outros veículos militares sírios que combatem aos oponentes políticos de Assad.

A Venezuela também está ajudando Damasco em burlar as sanções ocidentais ao comprar energia síria e fazer negócios com duas empresas, o Banco Comercial Sírio e a Sytrol, empresa estatal de comercialização de petróleo, segundo os documentos. Ambas companhias figuram nas listas de sanções dos Estados Unidos. Tanto a Venezuela como a PDVSA defenderam seu direito em negociar com as empresas. Chávez proclamou seu apoio ao Irã e Síria como parte do desejo de forjar uma coalizão anti-imperialista, de países que lutam contra a hegemonia americana.

Antes do conflito, Siria importava a maior parte do seu diesel e energia da Europa. Em 2010, o intercambio comercial entre Síria e Venezuela não passava de 5 milhões de euros. No entanto, se estima que os envios de combustível deste ano possam valer centenas de milhões de dólares.

Os EUA estão monitorando a situação mas não conta com as ferramentas necessárias para detê-la, segundo altos funcionários do governo Obama. As sanções não autorizam ao Departamento de Estado ou ao Tesouro atuar contra companhias não-americanas que fazem negócios com empresas sírias boicotadas, diferente das sanções impostas ao Irã, que permitem esse tipo de castigo.

O Departamento de Estado puniu a PDVSA no ano passado, por vender petróleo refinado ao Irã, ainda que a medida só impede que a empresa venezuelana consiga contratos com o governo americano. A petroleira venezuelana segue exportando cerca de 850000 barris de petróleo diariamente aos EUA e mantem a propriedade da companhia energética americana Citgo Petroleum Corp.

“Existe uma grande preocupação sobre a Venezuela e o papel que ela joga" disse o senador republicano Marco Rubio em entrevista. "Vemos Hugo Chávez utilizar a riqueza dos venezuelanos e jogá-la fora para ajudar Assad".

Grande parte do transporte público, indústria agrícola e forças armadas da Síria operam com diesel, o que converte a escassez de combustível em uma ameaça para o governo de Assad. Os custos de importação também representam um crescente desafio para Damasco, conforme suas reservas em divisas começaram a minguar devido as sanções internacionais.

“Fizemos alguns fornecimentos para a Síria. Estamos dispostos a ajudar" disse em maio o ministro da Energia venezuelano, Rafael Ramírez. As transações foram negociadas e executadas diretamente entre a PDVSA e a Sytrol. os carregamento provem das operações da PDVSA em Puerto La Cruz, Venezuela, e foram entregues no navio Negra Hipólita no porto sírio de Banias, segundo os documentos


sábado, 7 de julho de 2012

Empreiteiro do Pentágono capturado vendia tecnologia militar à China




Um inquérito de seis anos dos EUA descobriu que a Pratt & Whitney, um fornecedor de hardware militar chave para os EUA, vendeu à China o software e os motores necessários para fazer seu primeiro helicóptero de ataque moderno.

O braço canadense da fabricande de motores de aeronaves Pratt & Whitney encerrou um inquérito de seis anos na ultima semana admitindo que ajudou a China a produzir seu primeiro Helicóptero de ataque moderno, uma grave violação das leis de exportação americanas, que arrancaram uma multa multimilionária.

Ao mesmo tempo em que ajudava a China, a empresa também ganhava enormes pagamentos de contratos com o Pentágono, incluindo alguns em que estava construindo armas destinadas a assegurar que a América pudesse manter a superioridade militar decisiva sobre uma ascenção do poderio militar chinês.

O helicóptero chinês que se beneficiou de motores Pratt e software relacionado, agora na produção, vem equipado com canhões 30 mm, mísseis antitanque teleguiados, mísseis ar-ar e foguetes não guiados. “Este caso é um claro exemplo de como exportação ilegal de tecnologia inteligente reduz as vantagens do nosso atua poderio militar” disse o diretor de Imigração e Fiscalização Aduaneira John Morton em um comunicado divulgado em 28 de junho.

Os eventos mais uma vez levantam questões sobre as circunstâncias em que grandes empreiteiros da defesa podem ser impedidos de trabalhar no governo. Vigilantes independentes há muito se queixam que algumas empresas tenham sido restringidas ou suspensas, mesmo por ilegalidades flagrantes, como o fornecimento de armamentos ou equipamentos relacionados a um adversário hipotético.

Nada no acordo de pagamento, na qual Pratt & Whitney e duas empresas coligadas, United Technologies e Hamilton Sundstrand concordaram em pagar um total de US $ 75 milhões para múltiplas violações das regras de exportação, ameaça diretamente contratação Pratt governo existente ou futura.

Não é a primeira vez que a United Technologies - empresa-mãe da Pratt - entra em conflito com os regulamentos governamentais. Um registro na SEC pela empresa em fevereiro, em que a companhia divulgou a existência da sindicância, enumerados duas ações anteriores apresentados pelo governo contra a empresa sobre o seu trabalho relacionado com a defesa, ambos foram listados como ainda pendentes nos tribunais.

O Projeto de Supervisão do Governo, um grupo de vigilância sem fins lucrativos em Washington, classifica United Technologies no número sete na lista dos 100 fornecedores citados por má conduta desde 1995.

"Eles tiveram um punhado de questões ao longo dos anos - desde violações ambientais até falsas declarações ao governo", disse Neil Gordon, um investigador POGO com foco nas questões de contratação do governo. "Os militares dependem de muito poucas empresas para essas armas e serviços. Então, eles muitas vezes têm poucas opções quando um fornecedor é culpado de má conduta."

Desde julho de 2006, quando o United Technologies apresentou declarações sobre a sua assistência para a China que agora admite que eram incorrectos, o Pentágono concedeu mais de US $ 1,67 bilhões em contratos para a Pratt e suas afiliadas, de acordo com uma pesquisa do Federal Procurement Data System. E desde que Pratt & Whitney iniciou suas relações com a China em setembro de 2000, a empresa recebeu 2,27 bilhões dólares do Departamento de Defesa.

Um dos principais contratos da Pratt & Whitney agora é fornecer motores para os jatos F-35 da Força Aérea. A administração de Obama travou uma grande batalha para tornar a empresa a única fornecedora desses motores ao longo dos últimos dois anos, escrevendo contrato da concorrente General Electric dos orçamentos federais, em um esforço para economizar dinheiro.

O Pentágono explicou na Casa Branca a proposta de orçamento do ano fiscal para 2011 - emitido 01 de fevereiro de 2010 - que o trabalho Pratt & Whitney do motor foi "progredindo bem", tornando o trabalho da GE supérfluo. Os Escritórios de Contabilidade do Governo posteriormente divulgados em dezembro de 2010 que os custos de motores para os jatos subiram 75 por cento desde 2001.

O jato está sendo desenvolvido em parte para garantir que os militares dos EUA prevaleçam contra qualquer adversário em potencial, incluindo grandes potências capazes de colocar em campo multiplas aeronaves avançadas. Embora as autoridades dizem que não há razão para esperar um confronto militar dos EUA com a China, o Pentágono disse nesta primavera que foi reorientar as suas forças para tranquilizar aliados preocupados com o que consideram ser uma ameaça crescente da China.

Além de processar empresas ao tribunal, o governo dos EUA tem três opções para tomar contra os empreiteiros da defesa. A suspensão tipicamente barra uma companhia de receber contratos do governo por 18 meses, e perclusão faz o mesmo por um longo período – três anos. O Departamento Estatal pode também escolher revogar uma licensa de exportação da companhia, bloqueando vendas aos governos e corporações estrangeiros.

Cheryl Irwin, uma porta-voz da Secretaria de Defesa, disse que o Departamento de Defesa para seu conhecimento não tomou ações contra a UTC e seus afiliados ou revisou os contratos da companhia em luz do ajuste da última semana.

O processo marcou “uma das longas resoluções de violações de exportação com um contratante de defesa maior na história do Departamente de Justiça”, Adogado para Connecticut David Fein, quem dirigiu o processo, anunciado na conferência de imprensa na última semana. A assistente Lisa Monaco, quem falou com Fein em Bridgeport, Connecticut disse que Pratt comprometeu “a segurança nacional dos EUA pelo bem dos lucros e mentiu sobre isso ao governo”.

Depois de atentamente examinar os processos da companhia e registros internos, os investigadores concluíram que a United Technologies foi responsável por um fio de 576 violações relacionadas à exportação. O que o Departamente de Defesa soube e quando soube não está completamente claro.

Quando o Departamente de Justiça lançou sua prova em 2006, não fez nenhum anúncio público. O porta-voz de DOJ Dean Boyd primeiro disse que a seu conhecimento, outros além do Departamente Estatal não foram noticiados, mas mais tarde confirmaram que o Serviço Investigativo de Defesa Criminal, um braço do Pentágono, foram assistidos na investigação. No arquivamente do SEC[6], Pratt e Whitney disseram que o Departamento de Justiça esteve em discussões com a companhia sobre as violações desde Novembro de 2011.

No estabelecimento, Pratt admitiu que alguns oficiais em seu auxiliar canadense estavam conscientes do início que o trabalho com a China foi inicialmente para uso militar. Um diretor de marketing referiu explicitamente em Agosto de 2000 em um e-mail aos oficiais de exportação da companhia à missão de fazer motores para um “helicótpero de ataque”, um acordado “estabelecimento de fatos” acompanhando o estabelecimento contou. Os chineses chamam o helicótpero de “Z10”.

Os EUA tiveram um embargo nas exportações á China desde os eventos na Tiananmen Square em 1989. Mas a companhia contou que o governo canadense que porque os motores estavam j[a aprovados para exportação civil, necessitou nenhuma permissão especial para uso em força aérea. Os reguladores canadenses discordaram, e demandaram que o pedido da companhia requere uma permissão.

Depois de Pratt transmitir essa notícia aos chineses, a Indústria Corporativa de Aviação da China repentinamente contaram à companhia que isso começou a desenvolver uma variante civil do helicóptero militar – o “Z10C”, que foi dito que seria usado para turismo, negócios VIP, e missões de pesquisa e resgate.

A administração da Pratt & Whitney esteve cética quanto ao programa do helicóptero civil “repentimente aparecer”, de acordo ao acordo dos processos diferidos da United Techologies. Mas a companhia não obstante viu a reivindicação como fornecer uma abertura útil: em 13 de Novembro, 2000, um administrador da Pratt & Whitney pela Asia Marketing mandou e-mail a dois outros executivos sobre se o programa civil foi “real ou imaginado”, a companhia poderia licitar um papel exclusivo.

Os promotores, em um depósito judicial, disseram que a companhia “tapou um olho” para qualquer dívidas porque estava faminta de $2 bilhões do programa civil. As autoridades canadenses, depois de começar a contar sobre o paralelo helicóptero Z10C, aprovaram a exportação dos 10 motores.

A filial de Pratt & Whitney logo pediu à filial irmã Hamilton Sundstrand – sede nos EUA – para escrever o software necessário para controlar os motores, sem dizer que o propósito foi equipar um helicóptero militar. De Janeiro de 2002 a Outubro de 2003, Hamilton Sundstrand exportou 12 versões do software para Pratt & Whitney, que enviou seis daqueles para China para usar no modelo do helicóptero Z10, segundo o acordo estabelecido.

Os executivos Pratt e Whitney também mantiveram a utilização final militar dos seus motores e software em segredo de alguns engenheiros das companhias. Quando dois foram despachados para a China em Março de 2003 para observar os helicópteros, um perguntou a um oficial chinese, “onde estão os outros 10 assentos”, em relação àqueles para passageiros civis? O helicóptero o viram somente com dois bancos em tandem – típico de um modelo de ataque – e armas de simulação na carcaça. Segundo os promotores federais que entrevistaram os engenheiros, o oficial chinês riu e disse, em efeito, que sempre tinha sido um helicóptero de ataque.

Os engenheiros relataram sua observação – e suas preocupações – ao administrador da Pratt & Whitney para marketing asiático sobre retornar à sede de Montreal. Mas nenhuma restrição foi imposta pela empresa e eles mantiveram o trabalho no projeto.

Quando Hamilton finalmente descobriu o uso militar de seu software em Fevereiro de 2004, desligou sua produção em menos de uma semana. Pratt, ainda mantendo esperanças pelo contrato do grande helicóptero civil, pegou onde Hamilton Sundstrand debandou e exportou suas próprias versões do software para a China em Junho de 2005.

A United Technologies fez uma divulgação limitada sobre seu envolvimento ao Departamento Estatal em 2006, depois de um investidor institucional dizer que foi pesquisando o papel da companhia em ajudar militarmente a China e ameaçou desinvestir. A companhia teve agora admitido que a divulgação – alegou que a empresa acreditava no início que havia programas de helicópteros civis e militares duais – foi imprecisa.

No fim, a Pratt obteve um pouco mais para seus problemas do que uma prova federal. No início de 2006, a Corporação Industrial de Aviação da China contou à Pratt & Whitney que o suposto desenvolvimento do helicóptero civil paralelo seria desmantelado. Ao invés disso, a China disse que construiria um helicóptero civil muito maior, grande demais para o suporte da Pratt & Whitney.

De acordo com a afirmação do Departamento de Justiça anunciando o estabelecimento, os primeiros lotes do helicóptero de ataque Z10 destinam ao Poeple’ Liberation Army of China em 2009 e 2010.

UTC, uma companhia com $58 bilhões em vendas em 2011, contou ao Centro através de um e-mail na Sexta que estava tomando passos para melhorar a vigilância. O porta-voz John Moran disse que a UTC estabeleceu um novo “Conselho de Exportação” para inspecionar internamente remessas de armas e está agora requerendo treinamento online para empregados que trabalham com exportação.

O acordo do processo diferido pela companhia também mostra uma lista longa de reformas que a companhia prometeu em relação à violação de exportação, atribuindo 175 executivos para manter um olho na lei de exportação para UTC e suas filiais, ao longo com o requerimento interno de revistas de exportações de todas as filiais, incluindo a Pratt & Whitney.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O desemprego na UE coloca os jovens à borda de se tornar uma "geração perdida"



Em países como Espanha e Grécia, o índice e desocupação entre os jovens chega a 52,1%

Segundo um estudo de Gallup, o nível de desemprego real na União Europeia é muito mais alto que o publicado oficialmente, se calculado sobre a base da desocupação entre mulheres e homens.

Na Espanha, o desemprego entre as mulheres alcança 41% e entre os homens 36%, enquanto que na Grécia se localiza em 59% e 54% respectivamente.

Os níveis de pessoas sem trabalho seguirão crescendo já que, segundo analistas, a economia da zona do euro se encontra em recessão este ano, tendo em conta que seis países do bloco monetário já estão em recessão, com dois trimestres consecutivos em declínio econômico.

As preocupações sobre a crise da dívida e o futuro da moeda europeia exercem pressão sobre a atividade econômica na zona do euro. As empresas cortam postos de trabalho ou adiam a contratação de empregados, já que a confiança na economia se debilita, enquanto muitos governos implementam programas para reduzir custos, incluindo grandes cortes no setor público. Um total de 17,6 milhões de pessoas se encontravam sem emprego na zona do euro em maio, segundo estatísticas oficiais.

A taxa de desemprego mais alta se registrou na Espanha, onde 24,6% estavam sem trabalho em maio. No geral, 52,1% dos jovens estavam desempregados nesse país, assim como na Grécia.

A Europa se priva do futuro?

Um dos riscos mais significativos desta situação é a probabilidade da aparição, na Europa, da chamada "geração perdida", disse o chefe dos especialistas da BKS Express, Dmitri Shishov, citado por expert.ru.

Os jovens que agora devem construir suas carreiras, não têm a oportunidade de desenvolvimento. E se a crise se prolonga, o assunto se converterá em uma verdadeira dor de cabeça já que levaria não apenas a uma estratificação social, mas também ao crescimento dos protestos.

Segundo os últimos dados estatísticos, resulta duro para uma pessoa na Espanha, Itália e França sobreviver com uma só renda, se deduzidos os impostos.

"Os políticos e as partes interessadas da UE compreendem a catástrofe potencial de uma "geração perdida", mas ainda são impotentes para deter o crescimento do desemprego entre os jovens", conclui Andrea Broughton do Instituto de Estudos sobre Emprego de Londres.

Além do mais, o problema se agrava pela tendência atual de envelhecimento da sociedade.