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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Objetivo final, a Antártida

Na ultima semana de 2012 conhecemos a difusão publicada de mais de 3500 documentos relativos à Guerra das Malvinas que foram "desclassificados" por Londres: Tatcher, afundamento do Belgrano, o apoio dos EUA, a pressão à França pelos Exocets, em fim, muitos temas.

Só se conheceu o que permitiram

Antes destas informações de 2012, há uma bagagem de documentos que explicam o porque da guerra de 1982, e explica a firme determinação britânica da defesa ao extremo de seu posicionamento no topo do mundo.






História e geografia - Referências à Antártida existiram sempre.

É o mais velho dos continentes com 14.000.000 km² (quatro vezes os EUA), o mais elevado do planeta, abriga de mais de 80% da água doce, tem a menor umidade média do planeta.

Desde Platão no Timeu, até as comprovações deste século XXI, encontramos um continente rodeado de mistérios e de informação zelosamente guardada.

Constatamos que há mais de 12 vulcões com seus rios de lava que perfuram túneis ou galerias levando água quente às profundidades do oceano, ou o Erebus (descoberto em 1841) que conta com um dos cinco lagos de lava do mundo. Existem mais de 140 lagos subglaciais interconectados, entre os quais se destaca o Vostok (descoberto em 1996 por uma expedição russo-americana), com 250 km de largura totalizando 15.590 km², com temperatura de 18ºC (acima de zero) e uma abóboda ar quente.

É extremamente enigmático que no Google Maps e referências, que nos mostra características microscópicas dos planetas mais distantes, não nos mostrem nada do pólo sul. Apenas um ponto branco grande, o que torna impossível acessar qualquer representação do continente.

É também curioso que o escudo da ONU não figure a Antártida, apesar de incluir todos os continentes e o polo norte.



Expedições e conflitos

Houveram muitas expedições que viajaram e se estabeleceram no Sexto Continente. Merecem especial referência as alemãs que remontam ao ano de 1873, em que Eduard Dallmann a bordo do Gronland descobriu regiões e passagens ao longo das ilhas Bicoue, marcando o início das incursões dos outros países. Enquanto na Europa começava a guerra mundial, alemães e ingleses protagonizaram grandes batalhas navais na altura do paralelo 60. O Professor de Ciências Políticas da Universidade Católica de Córdoba, don Antonio Riesco, relata um pormenorizado detalhe das batalhas da baía Coronel e Malvinas, que começaram em 1 de novembro de 1914. Na primeira o Almirante Maximilian Reichgraf von Spee derrota o Almirante Christofer Cradock, mas desacertadamente permitiu um rearme inglês que em um segundo enfrentamento ocasionou a morte de von Spee, seus dois filhos e deixou a frota destroçada.

Podemos dizer que em 1914 começa o intento inglês do definitivo controle estratégico da posição sul, que só foi alterado em ocasiões esporádicas e reafirmado com eficiência e crueldade, como será demonstrado nos próximos artigos dessa coluna sem perder de vista o conceito de "processos", ao nos referir aos feitos e fatos históricos.

A divulgada dramatização de disputas verbais entre o governo inglês e o argentino sobre "sentar em uma mesa de negociações" pelas Malvinas, omite ostensivamente o tema da soberania do Estado Argentino sobre o território insular, e o setor do continente Antártico de nossa legal propriedade.

Se a soberania não é tema a ser tratado, o que a Argentina pretende negociar?

O resultado do plebiscito insular do próximo 11 de março indubitavelmente será usado pelo Império Britânico como salvo-conduto de sua permanência para sempre na America do Sul.

Como outra face desse inócua e barulhenta tagarelice, invariavelmente um misterioso manto de silêncio encobre o continente Antártico de toda informação inconveniente.



Fendas informativas

Silêncio, não obstante guardado com zelo, teve fendas de informação em diferentes tempos que rapidamente foram neutralizadas de diferentes maneiras: ridicularizando, desacreditando com suspeitas conspiranóicas, acusando seus geradores de deficiência mental, ou diretamente suprimindo fisicamente seus protagonistas.

Conhecê-las vai nos ajudar a entender um pouco mais, as razões que o Império Britânico nunca devolverem os territórios que invadem.

Para garantir a segurança, refiro-me aos acessíveis publicamente e que ocorreram nos últimos 100 anos.

Nesta oportunidade vou discutir o acontecimento mais notável e que ainda hoje não há respostas para o que aconteceu, nem foi verificado se o seu objetivo era científico ou militar, ou de ambos.

A Operação High Jump (Salto Grande)

Assim que terminou a II GM, os EUA convocaram o almirante Richard Byrd, Grande Chanceler da Ordem Lafayette e da Cruz de Mérito, secretário perpétuo da Academia Federal da Marinha Americana e das Ciências, perito absoluto em temas antárticos, expedicionário em várias campanhas em ambos os polos, colocando-o ao comando da Task Force 68 composta por mais de 4000 homens, a fim de invadir a zona antártida no maior destacamento militar que houve logo após terminada a II Guerra Mundial.

O equipamento consistia em mais de 13 navios, incluindo navios quebra-gelo, destróiers, porta-aviões, cargueiros, petroleiros de abastecimento, embarcação de comunicações e submarinos.

O destacamento começou no Mar de Ross dividido em três grupos convergentes, a fim de realizar um completo e exaustivo rastreio do continente branco.

Instalaram uma pista continental em que se deslocavam aviões DC3 para vôos de longo alcance aerofotográfico. Em apenas duas semanas cobriram mais de 500.000 km² e tiraram mais de 70 mil fotografias.


Final antecipado

A Operação High Jump, prevista para um período de oito meses, terminou abruptamente em 2 semanas em um desastre total. Em 5 de março de 1947, o Almirante Byrd afirmou no jornal Mercurio do Chile: "A maior ameaça aos EUA e seus aliados, o Pólo Sul é agora, porque encontramos aeronaves de alta tecnologia estranha e velocidades muito altas."

Declarações foram questionados por seus detratores, mas, de qualquer maneira:

O que ou quem enfrentou o almirante?

O nome britânico de Queen Elizabeth Land (Terra da Rainha Isabel) que o Reino Unido decidiu impor aos territórios compreendidos no setor antártico, não obedece a nenhuma casualidade geográfica ou temporal, senão que tal setor constitui um prolongamento da plataforma das Malvinas em poder efetivo do Império.

O que a Inglaterra fez foi "batizar pelo nome e sobrenome o que o Tratado de Lisboa, de 13/12/2007  chama de Setor Antártico Britânico" (Edward M. Lualdi). Portanto, mantem a si mesmo e à aliança militar da Otan passagem de controle entre Atlântico Sul - Pacífico Sul, o controle da rota transpolar, o domínio de todos os recursos naturais que abundam na vastidão dos 5.000.000 km² usurpados e o melhor: a projeção Antártida.

O Reino Unido nunca restituirá os territórios que nos roubaram.

Eles instalaram a força necessário para enfrentar qualquer tentativa de qualquer possível interessado em uma aventura militar. A tal ponto  as forças armadas são um dos principais pilares do Império Britânico, que na primeira mensagem feita pela rainha Elizabeth II com a mais recente tecnologia 3D na ocasião do natal passado, prestou homenagem solene às Forças Armadas "cujo dever separa de famílias e amigos ", expressando sua emocionada gratidão.


A extensão armada

O atual Estados Unidos constitui o "músculo que aciona o cérebro britânico".

A força pretoriana da Aliança se encontra a serviço de Sua Majestade, a qual tem muito em conta caso seja necessária sua utilização no hemisfério sul.

Os base instalada Cocón (Chile) o demonstra.

No mundo de hoje da globalização, em que se encontram cada vez mais difusos os estados nacionais, territórios dependem absolutamente da capacidade militar daqueles que possuem (efetivamente ou alianças dependentes).


Portanto:

Pela primeira vez na história, um presidente dos EUA dirigiu a ambas as casas do Parlamento britânico.

Obama em 25 de maio de 2011, em Londres Westanimster Hall disse: "Eu vim aqui para reafirmar uma das mais antigas, uma das mais fortes alianças que o mundo já conheceu". "Desde a muito tempo, EUA e reino Unido compartilham uma relação especial e dado que compartilhamos uma imprensa crítica, essa relação é freqüentemente analisada e reanalisada com um pouco de nervosismo ou tensão". "É claro que todos os relacionamentos têm seus altos e baixos, você tem que admitir que o nosso começou com o pé esquerdo, com um pequeno problema sobre o chá e impostos (risos)". "Houve alguns sentimentos feridos quando queimaram a Casa Branca durante a Guerra de 1812 (risos)".

"Mas, felizmente, tudo evoluiu desde então".

A tal ponto foi o progresso que, protegidos pelo guarda-chuva territorial inglês sobre os paralelos circundantes, EUA instalou suas bases no topo do mundo: a central McMurdo, a mais próxima do polo geográfico Scott-Amundsen, Palmer, Eights, Acampamento Byrd, a Siple.

Não os preocupa as encenações do Chanceler Argentino.

Os a China com cinco bases, e a Rússia com a base Vostok no centro magnético.




Dr. Javier Cornejo, Advogado, especialista em Direito Internacional.

El Tribuno - Fevereiro de 2013

Via Soberania Argentina

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Argentina acusa o FMI de tratamento desigual a países

 O governo argentino afirmou que o Fundo Monetário Internacional (FMI) outorga um "trato desigual e de duplo padrão", ao responder à nação de cenrusa com que o organismo sancionou Buenos Aires por seus questionados sistemas estatísticos.

"O ânimo que está por trás do informe tem que ver com sancionar quem não faz as coisas como o FMI quer", assegurou hoje o ministro de Economia argentino, Hernán Lorenzino, resenhou DPA.

"Nos anos 90 a Argentina era apresentada como um modelo para o mundo", salientou o ministro, que afirmou que "quando o país buscou um modelo próprio de desenvolvimento inclusivo se converteu em um mal exemplo".

"O objetivo é dizer que os que fazem as coisas de modo diferente não são um bom exemplo", sublinhou Lorenzino.

O FMI sancionou nesta Sexta-Feira com um inédito movimento de censura à Argentina pelas questionadas medidas de inflação do Intituto Nacional de Estatística e Censo (INDEC), que perderam fiabilidade e que o organismo pôs-se a corrigir antes de 29 de Setembro.

"O Diretório Executivo do FMI considerou que os avanços da Argentina na implementação dos corretivos desde o encontro do Diretório em 17 de Setembro não foram suficientes", disse o organismo. "Como resultado, o Fundo emitiu uma declaração de censura contra Argentina em relação com sua ruptura da obrigação com o Fundo sob os artigos de acordo", agregou.

O FMI urgiu a Argentina a "adotar as medidas corretivas" sobre suas medidas de inflação da Grande Buenos Aires, que geralmente deixam resultados até um terço mais baixos que os cálculos de entidades privadas ou provinciais, "sem novas delações".

O ministro da Economia considerou que "parece paradoxal que estejam preocupados pelas medidas que aplica Argentina neste contexto internacional em que muitos países europeus têm problemas importantes e seguiram as receitas do Fundo".

O organismo multilateral, segundo opinoou o funcionário argentina, se baseou "em dois dogmas de fé: no dogma segundo o qual as consultoras privadas medem bem a inflação e o INDEC não o faz; e no dogma de que os índices provinciais a partir de 2007 divergem dos índices do INDEC, ambas falsidades".

Lorenzino anunciou no entando que o governo "está trabalhando fortemente no processo do IPC (índice de preços ao consumidor) com alcance nacional".

"É um dos trabalhos que estamos encarregados e sobre o qual o FMI está absolutamente lado a lado e que, em definitivo, vai atender a substituição do OPC GBA que somente tem alcance na cidade de Buenos Aires e alguns partidos do conurbano e que estamos pensando em pôr em marcha este ano", informou. 

Na respostas oficial do governo à sanção, o Ministério da Economia afirmou que "um posicionamento de tal natureza com respeito à Argentina constitui não só um novo erro do FMI, mas também um claro exemplo de tratamento desigual e de duplo padrão deste organismo em sua relação com certos países membros".

"Este é o mesmo Fundo que se mostra complacente com declarações inexatas de dados e com falidas políticas que consuziram à crise global. Um FMI que incluso sendo consciente que suas receitas não funcionam não se arrepende de suas prescrições", sustentou em um comunicado.

Pediu, além disso, a concretização de "uma reunião extraordinária da Junta de Governadores do FMI que examine a política do organismo ao nosso país e sua atuação na origem da crise econômica e financeira mundial".

A medida do Fundo, ainda que mais que nada constitui um forte puxão de orelha posto que suas consequências últimas, incluída a suspensão do país do FMI, são ainda mais distantes, tem a gravidade de ser uma decisão inédita.

Uma "censura" é o primeiro passo que - com novos prazos, isto se - abre o processo de sanções pelas quais o país sob a lipa, de seguir não cumprindo as recomendações do FMI, pode acabar sendo declarado "não elegível" para usar os recursos gerais do Fundo.

Ainda mais, a rede de sanções que poderia provocar esta declaração prevê ainda que o diretor gerente, Lagarde neste caso, decida "recomendar" que o organismo "suspenda o direito ao voto e outros direitos relacionados" do país sancionado, segundo as normas internas do FMI.

Contudo, o organismo voltou a declarar sua disposição ao "diálogo" com as autoridades argentinas para "melhoras a qualidade" de seus dados estatísticos e para, em termos mais amplos, "reforçar a relação entre Argentina e o FMI".

Via ANN

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Petroleiras britânicas: 'cavalo de Tróia' para militarizar Malvinas?

O jornalista Alberto Rabilotta considera que Reino Unido está criando tensões na disputa com Argentina sobre as Malvinas, que tenta militarizar enquanto as companhias petroleiras britânicas se prestam ao jogo.

Nesta semana a exploradora britânica de petróleo Borders declarou que a exploração de seu descobrimento de gás condensado no arquipélago é comercialmente viável. O achado foi feito em Abril do ano passado e a empresa aclara que o projeto custará entre 1.600 e 3.800 milhões de dólares.

"Reino Unido provoca Argentina"

O jornalista Alberto Rabilotta considera que o fato de que Reino Unido está outorgando licitações para buscar gás e petróleo nas águas territoriais das Malvinas é já uma provocação em si frente à reclamação da presidenta Cristina Fernández e ao direito internacional, tendo em conta -afirma- que o território é argentino.

"O governo britânico está tratando criar uma situação de tensão com o governo argentino, isto é indubitável", argumenta em uma entrevista com RT o analista, que lamenta que Reino Unido esteja militarizando as ilhas e que as companhias petroleiras estejam se prestando a este jogo com interesses comerciais porque - disse - é totalmente ilegal que busquem hidrocarbonetos enquanto há uma disputa territorial.

"Cameron busca controlar os recursos"

O jornalista opina que o primeiro Ministro britânico, David Cameron, não está atuando em benefício dos 5.000 habitantes da ilha que povoam as Malvinas, mas busca "controlar os recursos petroleiros e gás dessa região para benefício do monopólio financeiro e para as empresas petroleiras britânicas".

Por outro lado, Rabilotta recorda que se bem Argentina utiliza todos os meios diplomáticos possívels para levar a cabo negociações, as Nações Unidas não fazem o possível para aplicar as disposições legais para obrigar Reino Unido a negociar.

Argentina busca o diálogo bilateral

Nesta Sexta-Feira, o chanceler argentino Héctor Timerman rechaçou totalmente a proposta de seu homólogo britânico, William Hague, de celebrar uma reunião em Londres com a presença de uma delegação de representantes das Ilhas Malvinas.

O funcionário lamenta que a parte inglesa não possa reunir-se sem a supervisão dos colonos dos territórios em disputa. Yimerman planeja visitar Londres na próxima semana para assistir a uma reunião convocada pela embaixada argentina na que participarão 18 grupos europeus que apoiam a ideia de que se trave um diálogo sobre as ilhas. 

Via RT

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Córdoba - Monsanto: novo protesto de vizinhos das Malvinas Argentinas

Realizaram uma nova apresentação judicial apra tentar frear a construção de uma fábrica da multinacional.

Um grupo de integrantes da assembleia Malvinas Lucha por la Vida fizeram uma nova apresentação judicial para tentar frear a construção de uma fábrica da multinacional monstanto nas Malvinas Argentinas, localidade de Gran Córdoba (ver Monsanto: exigem uma consulta popular).

O advogado dos vizinhos, Frederico Macciocchi, explicou que se trata de uma apelação contra a resolução pela qual se rechaçou uma medida cautelar apresentada com antecedência com o mesmo fim.

"Esperamos que a Câmara reveja esta resolução e nos resolva favoravelmente", explicou o letrado.

A medida se leva adiante um dia depois da mobilização que se realizou ontem pela tarde nas Malvinas Argentinas, para evitar a instalação da fábrica de tratamento de sementes de milho na localidade.

Na última Sexta-Feira, dia 25, a Justiça proibiu a operação da fábrica até que não se realize o estudo de impacto ambiental, mas, ao mesmo tempo, a resolução permite que continuem os trabalhos da construção no prédio de 24 hectares.

"Pedimos que se realize a consulta popular, que é um direito de toda a população" , explicou Lucas Vaca, vizinho das Malvinas Argentinas.

Ademais, os integrantes da Assembleia solicitam ao intendente Daniel Arzani que leve a cabo a instãncia de "audiência pública, tal como salienta a lei General del Ambiente".

Via Soberaniaargentina

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Governo argentino rechaça em duros termos o pedido de explicações de Israel

Num clima de crescente tensão diplomática com Israel, o Governo respondeu hoje que “rechaça” o pedido de explicações feito por aqueles país sobre o acordo entre Argentina e Irã para formar uma Comissão da Verdade que revise a causa AMIA.

Mediante um comunicado, a Chancelaria respondeu em duros termos o pedido que fez ontem o Estado de Israel. “O atentado sofrido pelo povo de nossa pátria em 18 de julho de 1994 não envolveu nenhum cidadão israelense. As vítimas foram em sua grande maioria cidadãos argentinos e incluem a seis cidadãos bolivianos, dois polacos e um chilneo”, começou o escrito.

E agregou: “Cabe ressaltar que a Argentina jamais citou um embaixador israelense para pedir-lhe explicações sobre ações de seu governo.”

Ontem, o Estado de Israel havia informado que o acordo entre a Argentina e o Irã havia sido recebido com “assombro” e que provocou “uma profunda decepção”.

Em um comunicado, o Ministério de Relações Exteriores de Israel havia assinalado que apenas se iniciaram os contatos entre Argentina e Irã e solicitou ser informado do desenvolvimento das conversações, mas não recebeu nenhuma respostas por parte das autoridades argentinas. “Israel esta clara e logicamente preocupado por este assunto”, afirmou o comunicado do Ministério de Relações Exteriores israelense.

Ontem, fontes da Casa Rosada davam por certo que se daria a Israel “todas as explicações que sejam necessárias”. Não obstante, a resposta oficial foi a de rechaço e duras críticas.

 “A Chancelaria argentina expressa que dita citação para reclamar explicações sobre decisões soberanas da República Argentina é um ato impróprio que se rechaça de forma enérgica e que vai contra as tradicionais relações de amizade que existem entre ambas nações”, disse o ministério chefiado por Héctor Timerman.

AS CRÍTICAS INTERNAS, DISSIPADAS

Antes de enviar o comunicado, Timerman brindou uma conferência de imprensa na qual celebrou uma reunião que manteve com as autoridades da AMIA e a DAIA e com familiares das vítimas do atentado.

 “Me alegro que estejamos trabalhando juntos com a AMIA e com a DAIA para aclarar tudo o que seja necessário”, celebrou o chanceler ao minimizar os questionamentos.

 “É um gesto de ignorância e de má fé os que dizem que estamos cedendo soberania, o juizo continua na Argentina com juiz argentino e um fiscal argentino”, afirmou.

O titular da AMIA, Guillermo Borger, quem ontem havia questionado o acordo com o Irã, se mostrou satisfeito sobre a reunião com Timerman. “O chanceler contestou a todas as dúvidas e prometeu escrever ele em pessoa e provavelmente com a Presidente um documento anexo que aclare estas dúvidas”, disse.

Via La Nacion

domingo, 27 de janeiro de 2013

Argentina dispõe banco de peles aos feridos de Santa Maria



O Clarín, jornal argentino, informou que está enviando pele para ajudar os feridos no incêndio em Santa Maria -RS, que ocorreu nesta madrugada, que já conta pouco menos de 250 mortos, entre eles muitos não identificados. Na mídia e na internet criam-se redes de colaboração e de luto por todo o país - e não só pelo Brasil, mas pelo mundo inteiro. A tragédia se agravou com o impedimento dos civis de saírem do local em chamas feito pelos guardas, com a desculpa de que não se tinha ainda pago a comanda do bar KISS. Entretanto, assim iniciado o incêndio, os bombeiros e militares foram rapidamente acionados e efetivos, auxiliando a maior parte na fuga, incluso quebrando o muro que separava o ambiente da rua para agregar chances de fuga aos que se atropelavam na porta de saída. Segue abaixo a matéria feita pelo Clarín:

O ministro da Súde da Nação, Juan Luis Manzur, dispôs neste meio-dia o envio de pele com destino às pessoas feridas no incêndio que afetou uma discoteca na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

O funcionário, que mantêm informada sobre a situação que se vive na cidade a presidenta Cristina Kirchner, ordenou prestar a máxima colaboração possível com as autoridades sanitárias do país vizinho.

Segundo informou o Ministério de Saúde da Nação através de um comunicado, o titular do INCUCAI, Carlos Soratti, recebeu uma chamada telefônica de Rosana Reis Nothen, coordenadora de transplantes do estado do Rio Grande do Sul, quem lhe formulou o pedido para os tratamentos que deverão afrontar as pessoas que sofreram queimaduras graves no desastre.

"Vamos pôr a disposição de nossos pares brasileiros a quantidade de pele que pudermos segundo a existência da mesma em nosso banco de pele que funciona no Hospital Garrahan", explicou à agência oficial Télam Gabriel Yedlin, quem é secretário de Políticas, Regulação e Institutos da cadeira sanitária nacional.

No entanto, Soratti explicou que já tomou contato com o responsável do banco, Oscar Schwint, "para relevar a disponibilidade de pele". O funcionário acrescentou que "há antecedentes de pedido de colaboração e assistência entre países da região a partir de emergências como esta".

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Londres chama Paris para uma possível guerra contra Argentina

 
Um grupo de parlamentários do Reino Unido revelou que o país britânico está apoiando a intervenção militar francesa em Mali em troca de conseguir o respaldo do país franco, em seu eventual conflito com Argentina pelas Ilhas Malvinas.

Atualmente, a Real Força Aérea britânica (RAF), está prestando "um apoio logístico" a França em sua campanha terrestre com o pretexto de deter o avanço dos combatentes no país africano e agora em caso de uma eventual guerra britânico-argentina, França terá que devolver-lhe o favor, segundo informou na Quarta o jornal 'The Bolton News'.

O parlamentário David Crausby, citado pela mesma fonte, informou que um apoio militar francês junto a um aumento dos gastos militares são as únicas vias que possibilitarão Londres levar a cabo uma ofensiva contra Buenos Aires.
 
Enquanto isto, outros meios como a revista semanal de notícias 'The Week' informa que os altos cargos de inteligência do Reino Unido advertiram o primeiro ministro britânico, David Cameron, sobre a possível atuação agressiva argentina em caso de que o referendo previsto pra Março, os moradores da ilha votem a favor de seu pertencimento por parte do país europeu.

Estas notícias, complementam a postura de Cameron, consistente em rechaçar a via do diálogo como solução respeito à soberania das Malvinas.

Cabe mencionar que o vice-presidente de Argentina, Amado Boudon, tinha condenado a decisão do Governo britânico de levar a cabo um referendo sobre o "status político" das Malvinas, assim, o qualificou como uma falta de respeito a inteligência e o direito nacional e internacional.

Desde 1833, as Ilhas Malvinas foram ocupadas pelos britânicos, que expulsaram as autoridades e população argentina autóctona, substituindo-a por cidadãos europeus.

Via Hispantv

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Reino Unido enviará 150 soldados para "proteger" as Malvinas

Os soldados do Segundo Batalhão viajarão para as Malvinas para participar de patrulhas diárias durante o período de dois meses, de acordo com o jornal britânico "Nottingham Post" e confirmado pelo exército do país.



"Um pequeno número de soldados chegou às ilhas, mas a maioria das tropas fará a viagem de 18 horas de avião ao Atlântico Sul nas próximas semanas", informa o diário.

Segundo informou um oficial, permanecerão alí durante dois meses com a missão de realizar patrulhas regulares, proteger pontos estratégicos da ilha e treinar uso de armas leves e pesadas.

O anúncio sobre o envio dos soldados foi feito dias após o primeiro ministro britânico, David Cameron, declarar que lutará para conservar as Ilhas Malvinas.

Cameros fez tais declarações dias após a presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, acusar o Reino Unido de colonialismo em uma carta aberta difundida em alguns meios britânicos e reiterar sua solicitação para começar as negociações sobre a soberania das ilhas.

Além disso, Cameron afirmou que o país estaria disposto a entrar em uma guerra com a Argentina para defender novamente as ilhas que contam com "fortes" defesas militares para protegerem o arquipélago. Essas declarações foram mais adiante repudiadas pelo ministro argentino de Relações Exteriores, Héctor Timerman.

"A agressividade das palavras do primeiro ministro britânico ratificam a denúncia realizada pela República Argentina ante às Nações Unidas sobre a militarização do Atlântico Sul e a possível presença de armas nucleares introduzida pela potência colonial", afirmou o ministro.

"Os argentinos pedem que Cameron não use nossas reivindicações legítimas e pacíficas contra a usurpação de parte do nosso território e contra o colonialismo como desculpa para continuar sustentando a industria armamentista ao invés de resolver a severa crise social que atravessa a Europa" agregou.

Via RT

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Uma 'Nova Judea' na Patagônia?

Por Adrian Salbuchi

Há indícios alarmantes de que os Donos do Poder Mundial, em geral, e o sionismo internacional, em particular, estão tecendo uma complexa manobra tendente a criar um segundo Estado judeu na Patagônia argentina-chilena.

Esta estratégia de longa data hoje se vê potencializada e acelerada devido à situação insustentável do primeiro Estado judeu na Palestina ocupada. Em verdade, Israel é um ente político artificial que só pode sustentar-se pela violência e graças ao apoio incondicional que brinde os Estados Unidos: nação crescentemente idiotizada, desculturizadas e, incluso, narcotizada.

Primeiro, vieram pela Argentina… 


Os Donos do Poder Mundial lograram um controle virtualmente total sobre a Patagônia argentina, não através da violência como na Palestina, mas através da imposição de governos decadentes e traidores na atual Argentina 'da democracia'.

Ao longo de mais de trinta anos, estes desarticularam todo vestígio de defesa territorial. Pior ainda, destruíram a educação e a consciência nacional substituindo o saudável nacionalismo herdado dos Pais da Pátria e da doutrina de Juan Perón por uma subcultura perversa, antinatural, antiestética e mentirosa. Neste sentido, podemos dizer que a Argentina é uma nação derrotada. E duplamente.

Sua primeira derrota foi militar: na guerra internacional pelas Ilhas Malvinas disparada em 1982 por uma geração de militares civis míopes e sem grandeza que caíram estúpidamente na armadilha feita pelo Reino Unido, Estados Unidos e OTAN. Resultado: essas potências hoje mantêm uma poderosa base militar nuclear frente às costas patagônicas, potencializada em 2008 com a reativação da Quarta Frota do Atlântico Sul ordenada pelo governo de George Bush.

Sua segunda derrota foi no plano político e cultural: ante o territorialismo marxista que desatou uma guerra social e civil na Argentina durante os anos 70 e 80, cujas dolorsas consequências a sociedade argentina segue sofrendo. Resultado: os guerrilheiros e terroristas derrotados no plano operacinonal uma vez, triunfaram no cultural e político e hoje ocupam a Casa Rosada, o Congresso e muitas multimídias na Argentina. Exemplos paradigmáticos: Nilda Garré de Abal Medina, Comandante Teresa quando integrava a guerrilha, ocupa o ministério da defesa e hoje o de segurança interior sob poder dos Kirchner; Horacio Verbitzky, ex-chefe de inteligência do grupo terrorista Montoneros hoje dirige o jornal fundamentalista pró-Kirchner 'Pagina 12'.

Um triste barômetro da decadência intelectual e moral que infecta as outrora poderosas forças armadas argentinas o comprovamos de maneira em que desde há trinta anos seus chefes militares toleram submissamente todo tipo de insultos, humilhações e vexações, incluso, o de ser 'mandados' por uma 'comandanta' em chefe bipolar. Sucessivas cúpulas militares tornaram-se uma corporação frouxa e amorfa que parece ter esquecido seu juramente de defender o território nacional ante graves perigos externos e internos que espreitam.

No caso da Patagônia argentina, seguramente veremos estes 'chefes' militares de joguete chorar amanhã como mulheres porque hoje não se atrevem a defender como homens.

Agora o Chile!


Mas os poderes mundialistas e sionistas não operam somente de um lado dos Andes em sua vocação dissociadora e infiltradora. O avanço do sionismo internacional que deseja ver um segundo Estado judeu na Patagônia também o verificamos na República do Chile, cujo presidente Sebastián Piñera nomeou em Novembro 2012 Rodrigo Hinzpeter como ministro de defesa, um homem iintimamente vinculado ao Estado de Israel e participante regular do Comitê Judeu-Americano. Antes de fazer-se cargo desta importância pasta, Hinzpeter se desempenhava vários anos como ministro do interior.

Em um amplo informe do jornal chileno 'O Cidadão' a dupla Piñera-Hinzpeter pretende redimensionar a defesa chilena para que “se enquadre com a tríada dos Estados Unidos-Colômbia-Israel”, agregando que “tudo aponta a que Hinzpeter manterá uma doutrina de defesa e política militar semelhante à de Colômbia, e alinhará Chile com os objetivos do Comando Sul dos Estados Unidos estabelecidos para a base que construíram em Concón”. Apesar de estar formalmente assinada a “tarefas de Forças de Paz de Nações Unidas”, a dependência de mando e operação responde ao Comando Sul do Exército dos Estados Unidos.

Hinzpeter e Piñera parecem coincidir em apoiar a política de 'defesa' que desejam impor os Donos do Poder Mundial, porquanto na base militar de Concón já existe um comando de Operações Militares em Territórios Urbanos.

Seguramente, se avançará no plano de reorientar as forças armadas chilenas a “combater a insurgência, a delinquência e o narcotráfico”, igual que no México e Colômbia. Ou seja, umas forças armadas com funções já não de defesa territorial ante ameaças extra-continentais, mas de segurança e controle policial interno. Assim, no futuro poderáo operar como controladores da população local, alinhadas aos objetivos e interesses financeiros, econômicos, políticos e sociais do vindouro Governo Mundial.

Agrega este informa que “tudo indica que da mão do presidente Piñera, Hinzpeter fará todo o possível para impulsionar a denominada 'Primeira Estratégia Nacional de Segurança e Defesa'” que, em concreto, abre a porta para que as forças armadas chilenas participem em operações de repressão de seus cidadãos dentro do território nacional, com a desculpa de “combater a delinquência em suas distintas expressões”.

Quando Bebastian Piñera assumiu como presidente do Chile em 2011, a Agência Judia de Notícias titulou esta notícia salientando que “um judeu será o próximo ministro do interior e chefe de gabinete do presidente eleito Piñera”. Claramente, na Embaixada de Israel em Santiago, em Tel Aviv e entre as poderosas organizações sionistas e judias o encobertamente de Hinzpeter no governo do Chile não passou desapercebido.

Continua este informe salientando que “diversos meios destacaram que o atual titular do cargo de defesa é muito próximo ao American Jewish Committee (Comitê Judeu Americano), poderoso grupo de pressão sionista nos Estados Unidos e América Latina, que opera mancomunadamente dentro de uma nutrida rede de grupos de pressão e poder sionistas pró-Israel na região e no mundo inteiro.

Se salienta também que em Março de 2011, enquanto o presidente Piñera se encontrava de giro pelo Oriente Médio, uma delegação do Comitê Judeu-Americano conformada por 18 membros foi recebida silenciosamente no Palácio da Moeda em Santiago pelo ministro Hinzpeter e os embaixadores dos Estados Unidos, Inglaterra e Israel. Tal visita se extendeu por três dias, mas a imprensa nacional manteve 'discreto silêncio' sobre a mesma, sobre o que se discutiu, quem assistiu e a que acordos chegaram.

Já em 2006 Hinzpeter participou em um congresso de comunidades judias latinoamericanas organizado pelo comitê Judeu-Americano em Miami. A declaração final indicada no sítio do Comitê afirma que os representantes das diversas comunidades envolvidas “ratificam sua solidariedade com o Estado de Israel em sua legitimidade histórica”. Escrevendo no boletim 'Palavra Israelita', o dirigente direitista da comunidade judia chilena, Gabriel Zaliasnik, asseverou que o ministro de defesa é das “pessoas com inclinações políticas e com interesses de que a causa de Israel” seja apoiada. O parlamentário chileno Eugenio Tuma, por sua vez, manifestou que Hinzpeter “é um militante da causa israelita”.

Em 5 de Novembro de 2012, 'El Ciudadano' publicou um cartaz que afirmava que Rodrigo Hinzpeter tinha feito o serviço militar em Israel, salientando o inconveniente de que alguém com esses supostos antecedentes assumisse o cargo de chefe do ministério de defesa chileno, o que disparou a ira da comunidade judaica do Chile. Parecia que Hinzpeter “foi a Israel para fazer seu serviço militar ao terminar sua educação secundária, o que normalmente dura dois anos, e três para os que seguem sua formação no aparato de Inteligência do Mossad”. Seja como for, Hinzpeter jamais esclareceu que foi a Israel, se em efeito fez o serviço militar ou se recebeu algum tipo de instrução armada nesse país, e tampouco negou que mantenha vínculos com o Mossad, o serviço de inteligêcia israelita.

Como salienta o analista geopolítico argentina Leopoldo Markus, “os perigos atuais das forças armadas e do Estado chileno, tanto da designação de Hinzpeter como da doutrina oficial daquelas, é que resulta funcional aos interesses do comando Sul dos EUA e de Israel. Mais além dos argumentos justificatórios da intervenção interna das forças armadas chilenas na luta contra o narcotráfico e o crime organizado, ele encobre o objetivo de que se fazem preparadas para reprimir possívels futuros levantes da população chilena”.

Markus agrega que, incluso uma bem treinadas, equipadas e “reorientadas” forças militares chilenas estariam sempre prontas para cumprir o rol de força de intervenção rápida contra Argentina, Bolívia ou Perú em caso de se produzir revoluções nacionais ou populares que enfrentem o imperialismo e seus agentes nativos.

Apontando à Patagônia

No que pertence à Patagônia argentina, esta hipótese não é para nada louca, considerando a vil política 'desmalvinizadora' e de desarme unilateral que, sob pressão angloestadounidense, vêm impulsionando sistematicamente sucessivos governos da Argentina 'da democracia': desde Alfonsín e Menem, até Matrimonio Kirchner.

A Armada Argentina é hoje obsoleta pela falta de renovação de material, mantimento, combustível e substituições, facilitando assim a depredação pesqueira ilegal e o roubo descarado do petróleo argentino no Mar Argentino desde a base inglesa 'Fortaleza Falklands'. Similarmente, a Força Aérea Argentina apenas pode voar com suas unidades dilapidadas carentes de mantimentos e combustíveis. Nem sequer se recolocaram as aeronaves de combate perdidas na heróica ação liberada contra a Inglaterra durante a Guerra Malvinense de 1982.

Pior ainda é a situação do Exército Argentino, desarmado quase totalmente e sobre cujos oficiais pesa a maior carga revanchista dos guerrilheiros passados que hoje usurpam o poder nesse país.

Dentro desta ampla estratégia de indefesa nacional, o abandono unilateral dos programas argentinos nuclear, balístico e aeronáutico – entregados covarde e traidoramente ao inimigo angloestadounidense por Alfonsin e durante a Década Infame do governo de Carlos Menem – se soma a retirada argentina da Antártida, a destruição dos quebra-gelos Almirante Irizar, e a desonra covarde da fragata-escola Libertad da Armada a mãos de fundo abutre do sionista pró-gay Paul Singer, graças à imperícia e irresponsabilidade do governo Kirchner no manejo da dívida externa.

Em síntese, a incursão de rodrigo Hinzpeter no ministério de defesa chileno indica que os EUA e Israel potencializam sua intervenção decisiva na formulação de políticas tendentes a 'assegurar a ordem' do povo chileno ante a crescente consolidação da presença sionista em toda a Patagônia. A Argentina a têm integralmente sob seu controle; agora chegou o momento de 'apertar as porcas' contra o Chile.

Tradução ao Português por Álvaro Hauschild

Via RT

domingo, 6 de janeiro de 2013

Reino Unido afirma estar preparado para defender Malvinas


O primeiro ministro britânico, David Cameron, deixou claro neste Domingo que o Reino Unido lutará para conservar as Ilhas Malvinas e recordou as "fortes" defesas militares que protegem o arquipélago.

Cameron assegura receber informes regulares desde as Malvinas que confirmam que suas defesas militares são "fortes". "É absolutamente fundamental que tenhamos jatos rápidos ali, e tropas estacionadas nas Malvinas", indicou o ministro a um canal de televisão britânico, recordando que seu país conta com "um dos cinco orçamentos de defesa mais importantes do mundo" apesar dos recortes a suas forças armadas.

Por sua vez, a chanceler argentina rechaçou mediante um comunicado as ameaças militares do primeiro ministro David Cameron e condeou "a ocupação ilegal que a Grã Bretanha exerce sobre as Ilhas Malvinas desde 180 anos atrás".

"A agressividade das palavras do primeiro ministro britânico ratificam a denúncia realizada pela República Argentina ante as Nações Unidas sobre a militarização do Atlântico Sul e a possível presença de armas nucleares introduzidas pela potência colonial", denuncia o documento.

As relações entre Londres e Buenos Aires se tornaram mais tensas nos últimos meses coincidindo com o trigésimo aniversário da guerra das Malvinas. Cameron fez estas declarações dias depois de que a presidenta argentina, Cristina Fernández de Kirchner, acusou Reino Unido de colonialismo. Fernández afirmou em uma carta aberta a Cameron que seu país foi despojado das Malvinas pela força e instou a Cameron a travar negociações, petição que foi rechaçada pelo premier.

Os habitantes das ilhas do Atlântico Sul, reclamadas pela Argentina desde 1833, celebrarão no próximo mês de Março um referendo sobre o status político do arquipélago. Londres espera um respaldo esmagador a favor da soberania britânica.


Via RT

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Londres reiterou que não haverá negociação sobre as Malvinas

Londres reiterou que não haverá negociação sobre as Malvinas. Isto foi relatado por um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Inglaterra. "Eles são livres de escolher o seu próprio futuro", disse ele sobre os moradores da ilha.



Um dia após enviar a carta a presidente Cristina Kirchner pediu a Grã-Bretanha para "devolver o Malvinas", o governo britânico disse que não haverá negociação entre os dois países sobre a soberania das ilhas.

A presidente exigiu "um fim ao colonialismo", em uma carta, que também é reproduzida nos meios de comunicação britânicos como The Guardian. Uma porta-voz do Ministério de Relações Exteriores britânico disse hoje que não haverá negociação sobre as Malvinas como os seus habitantes não querem, publicou o jornal La Nación.

"Eles são livres de escolher o seu próprio futuro, tanto política como economicamente, e têm direito à auto-determinação, tal como consagrado na Carta das Nações Unidas", disse a fonte do Ministério das Relações Exteriores sobre a escolha dos habitantes.

"Este é um direito fundamental de todos os povos", enquanto indicando que "há três partes neste debate, não duas, como reivindicado pela Argentina. O moradores não podem ser apagados da história."

Na carta enviada pela chefe de Estado da Argentina, explicou que as ilhas "foram sido tiradas à força" da Argentina "exatamente 180 anos atrás, em 3 de janeiro de 1833", e que as Malvinas estão a 8.700 milhas (14.000 km) de Londres.

Via Perfil 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Argentina: dezenas de milhares protestam contra o Governo



Poucas praças há no mundo que tenham a transcendência política para um país como a Plaza de Mayo na Argentina. Foi ali onde em 17 de Outubro de 1945 dezenas de milhares de trabalhadores se encontraram para pedir liberação do general Juan Domingo Perón, detido pelos militares. Foi ali onde começaram a manifestar-se as mães e as avós dos desaparecidos sob a última ditadura (!976-1983). E foi onde, pela terceira vez em seis meses, se concentraram na Quarta dezenas de milhares de trabalhadores, muitos deles peronistas, para exigir melhoras salariais ao Governo peronista de Cristina Fernandez. E não somente melhoras salariais.

"É inacreditável que nesta praça que tem história tenhamos que vir a reclamar por nossos velhos e por nossas crianças", se queixou Hugo Moyano, líder do poderoso sindicato dos caminhoneiros e da opositora Confederação Geral do Trabalho (CGT). Na praça se tinham concentrado três ramos gremiais que até poucas semanas andavam enfrentados. Mas foi Moyano o último orador e o que mais dano infligiu ao governo. Era Moyano o que podia disputar Fernandez com bandeira de sua luta contra o FMI e dizer, como disse já "O Governo aplica as receitas mais ortodoxas do FMI. Ela não necessita que lhe deem ordens, o faz por próprias convicções. Em nosso próprio país está passando um ajuste encoberto que, como todos os ajustes, pagam os trabalhadores."

É Moyano quem mais impacto tem no eleitorado peronista quando declara, como disse: "Se o general (Perón) se levantara, não sei o que faria com estes que agora falam de peronismo". Moyano chegou à mesma Plaza de Mayo onde Fernández tinha festejado dias atrás o dia dos direitos humanos e se queixou de que o Governo está ficando com o dinheiro da saúde dos trabalhadores e de que não acata com as falhas da Justiça que ordenam pagar as dívidas aos jubilados: "Parece que estão esperando que se moram para não pagá-los. Depois nos falam dos direitos humanos".

Moyano terminou seu discurso dirigindo-se a Cristina Fernández com estas palavras: "Senhora presidenta, ocupe-se da inflação que come os argentinos. E ocupe-se da insegurança. Tem todos os instrumentos a seu alcance para ocupar-se da insegurança, a insegurança que preocupa a todos os argentinos". Inseguranças, insegurança, insegurança...O líder sindicalista empregada a mesma palavra que Fernández tinha tratado de evitar nos mais de 200 discursos que pronunciou neste ano, até que na semana passada encontrou a forma de culpar dela os juízes.

Por suposto, antes de mencionar a inflação e a insegurança, os oradores reclamaram melhoras nas pensões e a eliminação de impostos para os trabalhadores. Mas aproveitaram para golpear o Governo onde mais se dói: nas eleições legislativas de 2013, as que podem abrir ou fechar a porta a uma maioria dos terços no Congresso, a necessária para reformar a Constituição e permitir que Fernández opte a um terceiro mandato. Moyano avisou: "Vamos votar em quem garantir os direitos, não podemos nos equivocar mais!".

Via Elpais

Parte da Antártida argentina com nome britânico

 As terras ao sul da Antártida Argentina foram nomeadas ontem pela Grã Bretanha como "Terra da rainha Elizabeth". Tais terras na Argentina não têm nome. Quê disse o tratado antártico a respeito...O Departamento de Assuntos Exteriores (Foreign Office) do governo da Grã Bretanha oficializou nesta Terça-Feira a resolução pela qual chamará "Terra da rainha Elizabeth" uma porção do território na Antártida.

O anúncio realizou o chanceler britânico William Hague, no marco da visita que a monarca realizou ao ministério de Relações Exteriores, como parte das celebrações do chamado Jubileu de Diamantes, a comemoração pelo 60º aniversário de sua ascenção ao trono.

A área de 437.000 quilômetros quadrados está localizada na parte sul do território antártico que Londres autoproclamou como soberano em 1908, quatro anos depois do início das investigações científicas argentinas no continente branco.

"O Território Antártico Britânico é um membro único e importante da rede dos quatorze Territórios de Ultramar do Reino Unido. Reconhecer o compromisso do Reino Unido com a Antártida, com uma associação permanente a Sua Majestade, é uma grande honra", comentou Hague na reunião de ministros. Em seu comunicado de imprensa, o Foreign Office evitou assinalar que o território é reclamado pela Argentina e Chile.

Segundo se anunciou, o nome da Terra da Rainha Elizabeth ficará oficializado para os mapas britânicos, enquanto que "o resto dos países decidirão se reconhecem ou não este nome", explicou a Chancelaria do Reino Unido. Londres assegurou que a nomeação se realizou "sobre a base que a área atualmente não têm nome e se requere um para fins científicos ou logísticos". O Reino Unido exigiu seu território no continente em 1908, mas não foi até 1962 quando passou a formar parte de sua rede de territórios em ultramar.

Nomenclatura argentina
A Argentina não batizou tal região nem tampouco tomou nomenclatura estrangeira como se adotaram outros países como por exemplo Chile, que as denomina Terra Edith Ronne (primeira mulher norte-americana expedicionário ao polo). Em tais terras se encontra o Macizo Armada Argentina, batizado assim pelo país.

Uma aposta forte em resposta à ação britânica seria que a Argentina também batizasse a região, com algum nome de herói ou expedicionário antártico da Argentina.

O que diz o Tratado
 Artigo IV, inciso 2. Nenhum ato ou atividade que se leve a cabo enquanto o presente Tratado se faz em vigência constituirá fundamento para se fazer valer, apoiar ou negar uma reclamação de soberania territorial da Antártida, nem para criar direitos de soberania nesta região. Não se farão novas reclamações de soberania territorial na Antártida, nem se ampliarão as reclamações anteriormente feitas valer, enquanto o presente Tratado se encontre em vigência.

Que Grã Bretanha tenha nomeado uma região, não a fará mais ou menos dona de tal território. Em seu caso, Argentina poderia fazer o mesmo. Na geografia antártica existem diversos nomes para mencionar uma mesma região ou bloco de gelos, segundo a história própria de cada Estado com direitos no continente branco. A diferença radicará em quantos Estados agreguem ou não o nome colocado, pois com o tempo, prevalecerá um só para evitar confusões e ele dependerá das relações que cada um dos países tenha entre si.


Via Elmalvinense

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Argentinos protestam contra a polícia por causa de prisioneiro

12/12/12 Tucumán, Argentina - Pessoas se chocaram contra a polícia enquanto clamavam contra a justiça de um prisioneiro que acaba de ser liberado.

Via Worldriots

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Pista de pouso britânica na Patagônia Argentina

A pista está localizada a 35 km a sudeste da cidade de Serra Grande, Província de Rio Preto nas seguintes coordenadas:


41º50’34’’ Latitude Sul
65º04’ 56’’ Longitude Oeste


Foi construído em apenas três meses. No final de Fevereiro de 2008 começou a funcionar, sem controle de radar argentino. Está em nome de um argentino, Van Ditmar, mas que é sócio de um grande magnata inglês, Joe Lewis, que possui milhares de hectares em Chubut. Seu custo foi de 20 milhões de dólares, e se desconhece a origem do dinheiro.

A Força Aérea Argentina aprovou a operação do aeroporto, mas não é capaz de garantir o seu controle, não tendo nenhum radar na área e pode aterrissar ou descolar qualquer aeronave sem ser detectada. Inúmeros ofícios foram enviados pela deputada provincial Magdalena Odarda à ministra da Defesa, Nilda Garre, as autoridades provinciais e nacionais, mas nada aconteceu. O governo está ciente do perigo de ter um aeroporto em tais características no coração da Patagônia, mas não faz nada para impedi-lo, pelo contrário, sabendo que autoriza a operação não é capaz de controlá-lo.

Ver informações mais detalhadas em Aviacion Argentina e El Malvinense


terça-feira, 13 de novembro de 2012

Cristina sobre o #8N: "provocadores ultraconservadores"



Resposta oficial - "Os manifestantes do 8n seriam 'provocadores' que querem a volta de um regime ultraconservador" disse Cristina Kirchner sobre os protestantes, sindicalistas e a mídia.

A presidenta "atendeu" aos que protestam, aos sindicalistas e aos mídia. "Não há que cair em provocações dos que desejam voltar ao regime ultraconservador". Assim afirmou um ato em Villa Constituición, Santa Fe, onde inaugurou uma planta produtiva da firma Laminados Industriales SA, onde pareceu responder a reclamação popular do 8#N, voltando a distorcer o 'leitmotiv' da imponente manifestação popular.

A presidenta voltou a atacar os meios de comunicação fazendo referências tácitas aos manifestantes do 8N quando falou dos "provocadores" que querem "voltar a um regime ultraconservador". Em relação aos mídia, a presidenta propôs: "Aprendamos a olhar, não ao que nos mostram".

Em uma mensagem para os sindicalistas a presidenta se referiu aos "confrontos" de grêmios e ao impacto que geram entre os trabalhadoras. Cristina pegou duro com os sindicalistas, justo no dia em que se confirmou a greve nacional da CGT e a CTA em 20 de Novembro. A chefa de Estado disse que "nos querem correr pela direita e pela esquerda" e questionou os que "agora se fazem os combativos".

Esta parece ter sido a resposta oficial ao #BN, distorcendo o objetivo do protesto popular ao apelidá-lo como "ultraconservador". Cristina decidiu se fazer de surda aos reclames de milhões de argentinos?

Via Laopinionpopular e Soberaniaargentina

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

América Latina é mais feliz que o resto, segundo pesquisa



 A New Economics Foundation (NEF) publicou a terceira edição de seu Índice do Planeta Feliz (Happy Planet Index), um ranking em que classifica, a cada dois anos, o nível de felicidade dos países. Costa Rica ocupou o primeiro lugar pela segunda vez consecutiva na lista global, seguida de Vietnã e Colômbia.

Nesta medição, a lista conta com a presença de nove países da região no Top Ten. América-Latina superou em felicidade aos Estados Unidos, China, e Espanha.

El Salvador, Panamá, Nicarágua, Venezuela e Guatemala, entre os primeiros dez lugares dos 151 países analizados. No entanto, Argentina ocupa o posto número 17, Chile aparece com 19, México com 21 e Brasil com 22.

O estudo mede três fatores: bem-estar que os habitantes de uma nação dizem possuir, esperança de vida e interesse ecológico. 

Para Saamah Abdallah, analista do Centro de Bem-Estar do NEF, a região está muitas vezes à frente da Europa em questões ambientais. Salientou que Costa Rica e Colômbia são dois bons exemplos por sua autonomia a nível energético.

"Na América Latina segue tendo pobreza e desigualdade econômica, mas há também outro fator que quase nunca figura nos indicadores econômicos: o capital social, o valor dos laços humanos e das iniciativas comunitárias", agregou. 

A caída da Espanha ao posto de número 62 se deve, sobretudo, à diminuição da "percepção subjetiva do bem-estar" à raiz da crise que vive o Velho Continente, que deslocou também a Grécia ao número 83.

Outros perdedores são Egito e Tunísia, onde a mirada sobre o bem-estar diminuiu depois da onda da Primavera Árabe. Os últimos lugares da lista são Catar, Chad e Botswana.

Setenta detidos em violento confronto na Argentina

Los vecinos de un barrio protestan contra la instalación de una planta transformadora de energía que podría ser causa de enfermedades

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/56319-video-detenidos-violenta-represion-manifestantes-argentina

Os habitantes de um bairro protestam contra a instalação de uma planta transformadora de energia que poderia ser causa de doenças.

Pelo menos 70 pessoas foram detidas e 65 feridas nesta Quarta-Feira na província do norte da Argentina, Jujuy, depois de uma onda de violentos confrontos entre a polícia e os manifestantes que protestavam contra uma planta transformadora de eletricidade.

Os choques se registraram no bairro Malvinas da capital privincial, cujos habitantes protestam contra a ampliação de uma planta da empresa Ekesa.

No total, em torno de 300 habitantes do lugar confrontaram violentamente com 200 de agentes policiais. Os habitantes jogaram pedras e outros elementos contundentes contra os agentes, que reprimiram agressivamente com balas de borracha e gas lacrimogêneo.

A população do bairro Malvinas protesta desde há anos por causa da presença da planta transformadora.

Assim, a Rede Nacional de Bairros Irradiados da Argentinas, através de um comunicado, já repudiou "energicamente a brutal repressão que sofrem os habitantes do Bairro Malvinas, quem resistem à ampliação das obras da planta transformadora de energia que já causou numerosas doenças e mortes de distintos tipos de câncer".

Via RT

Texto completo en: h

sábado, 4 de agosto de 2012

Províncias argentinas proíbem ancoramento de navios britânicos em seus portos

A província de Buenos Aires, por meio do seu Senado, sancionou a lei aprovada pelos deputados semanas atrás. Junta-se as províncias patagônicas que já haviam aprovado a lei. Fica proibida a atracação de navios britânicos ou de conveniência, com destino comercial a Malvinas. 

Só resta a Cidade de Buenos Aires, para conformar um bloqueio total contra a bandiera imperial com destino a Malvinas.

A Camâra Alta bonaerense converteu em lei o projeto proibidno o ancoramento, permanência, abastecimento ou operações de logística em território provincial de navios com bandeira britânica.
 
Esta medida impulsada pela deputada do Frente Para la Victoria, Patricia Cubría, denominada “Gaucho Rivero”, se aplica a aqueles navios que realizem tarefas de exploração, perfuração e extração de recursos naturais no espaço marítimo das Malvinas. A lei também estipula que não só os barcos britânicos serão afetados, mas também todos os navios que atraquem e façam atividades de logística ou de índole militar com barcos britânicos.

“Esta lei é uma ferramente para seguir avançando passo a passo na luta pela soberania e recursos naturais das Ilhas Malvinas" afirmou a deputada.

Soberania Argentina